Insights|5 fev, 2026|

Temos 2,1 milhões de influenciadores no Brasil, aponta Influency.me

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Fernanda Bottoni - UOL para Marcas

Em 2025, surgiram 100 mil novos influenciadores no Brasil. Com isso, o país soma 2,1 milhões de profissionais no mercado de influência digital, um aumento de 8% em relação ao ano anterior, segundo levantamento da plataforma Influency.me.

Apesar de ser um aumento substancial, ele é bastante inferior ao que foi observado na pesquisa anterior. Entre março de 2024 e março de 2025, a Influency.me apontou crescimento de 67% na quantidade de criadores de conteúdo no Brasil. O total era de 1,2 milhão e, um ano depois, passou a ser 2 milhões.

Na ocasião, Rodrigo Azevedo, CEO da Influency.me, afirmou que o crescimento refletia o protagonismo digital do Brasil e a consolidação da influência digital como profissão. Neste ano, a leitura é diferente. “Depois de um boom inicial, observamos uma consolidação da influência digital como carreira, com criadores mais experientes e maior cobrança por resultados”, afirma.

Mercado mais maduro e competitivo

Na opinião do CEO, o crescimento ainda ocorre, mesmo com o mercado mais maduro, porque se alimenta, antes de tudo, de um imaginário muito poderoso. “As redes sociais vendem a promessa de sucesso rápido e ascensão financeira”, diz ele. “Em um país como o Brasil, majoritariamente formado por classes C, D e E, esse discurso faz muita gente enxergar a criação de conteúdo como uma chance concreta de conquistar uma vida melhor”, acredita. O número de aspirantes, porém, cresce mais rápido do que a demanda das marcas, fazendo com que apenas uma parcela consiga, de fato, se consolidar e viver exclusivamente da atividade.

“Nesse sentido, é importante ressaltar que, para alcançar uma renda expressiva, o influenciador precisa tratar a influência como um negócio”, diz ele. Ou seja, é preciso produzir conteúdo consistente, conhecer profundamente sua audiência, criar formatos adequados a cada plataforma e construir credibilidade. “Em um mercado orientado por dados e campanhas de longo prazo, destacam-se os criadores que atuam com profissionalismo, mantêm autenticidade e geram confiança real do público”, explica.

Qual é o perfil dos influenciadores no Brasil

O levantamento da Influency.me detalha também o perfil dos influenciadores brasileiros em 2025.

Divisão dos influenciadores por idade

  • 38% têm entre 13 e 24 anos;
  • 47% têm entre 25 e 34 anos;
  • 9% têm entre 34 e 44 anos;
  • 3% têm entre 45 e 54 anos;
  • 3% têm mais de 55 anos.

É interessante observar que a participação das faixas etárias é bastante semelhante à da pesquisa anterior, com exceção do grupo 55+, que representava apenas 0,02% e agora passou a responder por 3% dos influenciadores do Brasil.

No recorte de gênero, 55,3% se declaram mulheres, 43,6% homens e 1% se identifica como marca, sem atribuição de gênero. As proporções são praticamente as mesmas da pesquisa anterior.

O UOL conecta cada pessoa ao seu universo e cada marca ao seu target

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Fernanda Bottoni - UOL para Marcas

Em 2025, surgiram 100 mil novos influenciadores no Brasil. Com isso, o país soma 2,1 milhões de profissionais no mercado de influência digital, um aumento de 8% em relação ao ano anterior, segundo levantamento da plataforma Influency.me.

Apesar de ser um aumento substancial, ele é bastante inferior ao que foi observado na pesquisa anterior. Entre março de 2024 e março de 2025, a Influency.me apontou crescimento de 67% na quantidade de criadores de conteúdo no Brasil. O total era de 1,2 milhão e, um ano depois, passou a ser 2 milhões.

Na ocasião, Rodrigo Azevedo, CEO da Influency.me, afirmou que o crescimento refletia o protagonismo digital do Brasil e a consolidação da influência digital como profissão. Neste ano, a leitura é diferente. “Depois de um boom inicial, observamos uma consolidação da influência digital como carreira, com criadores mais experientes e maior cobrança por resultados”, afirma.

Mercado mais maduro e competitivo

Na opinião do CEO, o crescimento ainda ocorre, mesmo com o mercado mais maduro, porque se alimenta, antes de tudo, de um imaginário muito poderoso. “As redes sociais vendem a promessa de sucesso rápido e ascensão financeira”, diz ele. “Em um país como o Brasil, majoritariamente formado por classes C, D e E, esse discurso faz muita gente enxergar a criação de conteúdo como uma chance concreta de conquistar uma vida melhor”, acredita. O número de aspirantes, porém, cresce mais rápido do que a demanda das marcas, fazendo com que apenas uma parcela consiga, de fato, se consolidar e viver exclusivamente da atividade.

“Nesse sentido, é importante ressaltar que, para alcançar uma renda expressiva, o influenciador precisa tratar a influência como um negócio”, diz ele. Ou seja, é preciso produzir conteúdo consistente, conhecer profundamente sua audiência, criar formatos adequados a cada plataforma e construir credibilidade. “Em um mercado orientado por dados e campanhas de longo prazo, destacam-se os criadores que atuam com profissionalismo, mantêm autenticidade e geram confiança real do público”, explica.

Qual é o perfil dos influenciadores no Brasil

O levantamento da Influency.me detalha também o perfil dos influenciadores brasileiros em 2025.

Divisão dos influenciadores por idade

  • 38% têm entre 13 e 24 anos;
  • 47% têm entre 25 e 34 anos;
  • 9% têm entre 34 e 44 anos;
  • 3% têm entre 45 e 54 anos;
  • 3% têm mais de 55 anos.

É interessante observar que a participação das faixas etárias é bastante semelhante à da pesquisa anterior, com exceção do grupo 55+, que representava apenas 0,02% e agora passou a responder por 3% dos influenciadores do Brasil.

No recorte de gênero, 55,3% se declaram mulheres, 43,6% homens e 1% se identifica como marca, sem atribuição de gênero. As proporções são praticamente as mesmas da pesquisa anterior.

O UOL conecta cada pessoa ao seu universo e cada marca ao seu target

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Em 2025, surgiram 100 mil novos influenciadores no Brasil. Com isso, o país soma 2,1 milhões de profissionais no mercado de influência digital, um aumento de 8% em relação ao ano anterior, segundo levantamento da plataforma Influency.me.

Apesar de ser um aumento substancial, ele é bastante inferior ao que foi observado na pesquisa anterior. Entre março de 2024 e março de 2025, a Influency.me apontou crescimento de 67% na quantidade de criadores de conteúdo no Brasil. O total era de 1,2 milhão e, um ano depois, passou a ser 2 milhões.

Na ocasião, Rodrigo Azevedo, CEO da Influency.me, afirmou que o crescimento refletia o protagonismo digital do Brasil e a consolidação da influência digital como profissão. Neste ano, a leitura é diferente. “Depois de um boom inicial, observamos uma consolidação da influência digital como carreira, com criadores mais experientes e maior cobrança por resultados”, afirma.

Mercado mais maduro e competitivo

Na opinião do CEO, o crescimento ainda ocorre, mesmo com o mercado mais maduro, porque se alimenta, antes de tudo, de um imaginário muito poderoso. “As redes sociais vendem a promessa de sucesso rápido e ascensão financeira”, diz ele. “Em um país como o Brasil, majoritariamente formado por classes C, D e E, esse discurso faz muita gente enxergar a criação de conteúdo como uma chance concreta de conquistar uma vida melhor”, acredita. O número de aspirantes, porém, cresce mais rápido do que a demanda das marcas, fazendo com que apenas uma parcela consiga, de fato, se consolidar e viver exclusivamente da atividade.

“Nesse sentido, é importante ressaltar que, para alcançar uma renda expressiva, o influenciador precisa tratar a influência como um negócio”, diz ele. Ou seja, é preciso produzir conteúdo consistente, conhecer profundamente sua audiência, criar formatos adequados a cada plataforma e construir credibilidade. “Em um mercado orientado por dados e campanhas de longo prazo, destacam-se os criadores que atuam com profissionalismo, mantêm autenticidade e geram confiança real do público”, explica.

Qual é o perfil dos influenciadores no Brasil

O levantamento da Influency.me detalha também o perfil dos influenciadores brasileiros em 2025.

Divisão dos influenciadores por idade

  • 38% têm entre 13 e 24 anos;
  • 47% têm entre 25 e 34 anos;
  • 9% têm entre 34 e 44 anos;
  • 3% têm entre 45 e 54 anos;
  • 3% têm mais de 55 anos.

É interessante observar que a participação das faixas etárias é bastante semelhante à da pesquisa anterior, com exceção do grupo 55+, que representava apenas 0,02% e agora passou a responder por 3% dos influenciadores do Brasil.

No recorte de gênero, 55,3% se declaram mulheres, 43,6% homens e 1% se identifica como marca, sem atribuição de gênero. As proporções são praticamente as mesmas da pesquisa anterior.

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