Renata Simon, da Cantão: ‘Moda e música compartilham valores como liberdade, expressão e identidade’
Divulgação

Débora Yuri - UOL para Marcas
“Aí finalmente você encontra o broto / Que felicidade / Você convida ela pra sentar / Muito obrigada / Garçom, uma cerveja / Só tem chope”… Quem não sabe cantarolar o hit “Você Não Soube Me Amar”? Lançada em 1982, a crônica urbana teatral e pop da Blitz parou o país — e movimentou as areias da zona sul do Rio.
Naqueles tempos, a Cantão patrocinou shows históricos da banda na praia de Copacabana. Quatro décadas depois, a marca retomou sua presença em festivais no Doce Maravilha, que contou com Caetano Veloso e Emicida dividindo o palco, pela primeira vez, na edição de 2026.
Atravessar gerações é justamente um atributo da marca, criada em 1967, na capital fluminense. “Moda e música sempre estiveram muito próximas porque compartilham valores como liberdade, expressão e identidade. Essa relação faz parte da nossa história e essência carioca”, diz Renata Simon, diretora de marketing e estilo da Cantão.
Além de ajudar na ocupação de um espaço que vai além das roupas, a ligação permitiu conexão com importantes movimentos culturais brasileiros, ela acrescenta. Um exemplo é o rock brasileiro e a febre que o estilo despertou na década de 1980. Outro, o Circo Voador, desde o mesmo período instalado na Lapa, segue em atividade até hoje.
Marca vai celebrar 60 anos atravessando gerações
Em 2027, a grife vai completar 60 anos com uma identidade consolidada, que traduz o estilo de vida carioca. O segredo para ser descoberta e desejada por novas gerações, ao mesmo tempo que permanece reconhecida por consumidores há décadas, é evoluir sem perder a essência, segundo a executiva.
Ela cita códigos da marca, como liberdade, brasilidade, jeans, estampas e trabalho manual. “O que fazemos é traduzi-los para o presente, tanto no estilo quanto na comunicação.”
Já a história entra como repertório para equilibrar a nostalgia e o DNA com as tendências contemporâneas exigidas pelo mercado. “Muitos elementos que sempre fizeram parte das peças apareceram novamente: bordados, jeans, o artesanal. Nosso papel é reinterpretá-los por meio de novas modelagens, combinações e linguagens.”
Cultura: um pilar de branding em diferentes décadas
Patrocinadora oficial dos looks da última edição do Doce Maravilha, a Cantão também criou uma ativação interativa no festival, que estimulava os presentes a fazer fotos e vídeos, e promoveu dinâmica que distribuía produtos oficiais.
Para uma marca quase sessentona capturar diferentes gerações, a música tem sido um pilar da estratégia de branding ao longo do tempo. No evento, o objetivo era fortalecer a relação com ela e a cultura, gerar awareness e desejo, apresentar a grife a novos públicos e reforçar a conexão com quem já é fiel, diz Simon.
“Festivais são espaços onde música, moda, comportamento e diferentes gerações se encontram. Nas redes, conseguimos contar uma história e, em um festival, conseguimos fazer o público viver uma história. É uma oportunidade de criar conexões mais próximas e afetivas com as pessoas.”
Como entrar no repertório dos consumidores jovens
Mensurar o resultado de iniciativas em ambientes assim, que oferecem oportunidades distintas dos canais tradicionais de marketing, envolve avaliar uma combinação de fatores, afirma a CMO.
“Olhamos para awareness, alcance, engajamento, repercussão orgânica, relacionamento com creators e imprensa, e também para os reflexos comerciais. Mas existe um objetivo especialmente importante: fazer a Cantão entrar no repertório de novas gerações sem perder a conexão com quem já acompanha a marca.”
Renata Simon, diretora de marketing e estilo da Cantão
Renata Simon, da Cantão: ‘Moda e música compartilham valores como liberdade, expressão e identidade’
Divulgação

Débora Yuri - UOL para Marcas
“Aí finalmente você encontra o broto / Que felicidade / Você convida ela pra sentar / Muito obrigada / Garçom, uma cerveja / Só tem chope”… Quem não sabe cantarolar o hit “Você Não Soube Me Amar”? Lançada em 1982, a crônica urbana teatral e pop da Blitz parou o país — e movimentou as areias da zona sul do Rio.
Naqueles tempos, a Cantão patrocinou shows históricos da banda na praia de Copacabana. Quatro décadas depois, a marca retomou sua presença em festivais no Doce Maravilha, que contou com Caetano Veloso e Emicida dividindo o palco, pela primeira vez, na edição de 2026.
Atravessar gerações é justamente um atributo da marca, criada em 1967, na capital fluminense. “Moda e música sempre estiveram muito próximas porque compartilham valores como liberdade, expressão e identidade. Essa relação faz parte da nossa história e essência carioca”, diz Renata Simon, diretora de marketing e estilo da Cantão.
Além de ajudar na ocupação de um espaço que vai além das roupas, a ligação permitiu conexão com importantes movimentos culturais brasileiros, ela acrescenta. Um exemplo é o rock brasileiro e a febre que o estilo despertou na década de 1980. Outro, o Circo Voador, desde o mesmo período instalado na Lapa, segue em atividade até hoje.
Marca vai celebrar 60 anos atravessando gerações
Em 2027, a grife vai completar 60 anos com uma identidade consolidada, que traduz o estilo de vida carioca. O segredo para ser descoberta e desejada por novas gerações, ao mesmo tempo que permanece reconhecida por consumidores há décadas, é evoluir sem perder a essência, segundo a executiva.
Ela cita códigos da marca, como liberdade, brasilidade, jeans, estampas e trabalho manual. “O que fazemos é traduzi-los para o presente, tanto no estilo quanto na comunicação.”
Já a história entra como repertório para equilibrar a nostalgia e o DNA com as tendências contemporâneas exigidas pelo mercado. “Muitos elementos que sempre fizeram parte das peças apareceram novamente: bordados, jeans, o artesanal. Nosso papel é reinterpretá-los por meio de novas modelagens, combinações e linguagens.”
Cultura: um pilar de branding em diferentes décadas
Patrocinadora oficial dos looks da última edição do Doce Maravilha, a Cantão também criou uma ativação interativa no festival, que estimulava os presentes a fazer fotos e vídeos, e promoveu dinâmica que distribuía produtos oficiais.
Para uma marca quase sessentona capturar diferentes gerações, a música tem sido um pilar da estratégia de branding ao longo do tempo. No evento, o objetivo era fortalecer a relação com ela e a cultura, gerar awareness e desejo, apresentar a grife a novos públicos e reforçar a conexão com quem já é fiel, diz Simon.
“Festivais são espaços onde música, moda, comportamento e diferentes gerações se encontram. Nas redes, conseguimos contar uma história e, em um festival, conseguimos fazer o público viver uma história. É uma oportunidade de criar conexões mais próximas e afetivas com as pessoas.”
Como entrar no repertório dos consumidores jovens
Mensurar o resultado de iniciativas em ambientes assim, que oferecem oportunidades distintas dos canais tradicionais de marketing, envolve avaliar uma combinação de fatores, afirma a CMO.
“Olhamos para awareness, alcance, engajamento, repercussão orgânica, relacionamento com creators e imprensa, e também para os reflexos comerciais. Mas existe um objetivo especialmente importante: fazer a Cantão entrar no repertório de novas gerações sem perder a conexão com quem já acompanha a marca.”
Renata Simon, diretora de marketing e estilo da Cantão
Renata Simon, da Cantão: ‘Moda e música compartilham valores como liberdade, expressão e identidade’
Divulgação

Débora Yuri - UOL para Marcas
“Aí finalmente você encontra o broto / Que felicidade / Você convida ela pra sentar / Muito obrigada / Garçom, uma cerveja / Só tem chope”… Quem não sabe cantarolar o hit “Você Não Soube Me Amar”? Lançada em 1982, a crônica urbana teatral e pop da Blitz parou o país — e movimentou as areias da zona sul do Rio.
Naqueles tempos, a Cantão patrocinou shows históricos da banda na praia de Copacabana. Quatro décadas depois, a marca retomou sua presença em festivais no Doce Maravilha, que contou com Caetano Veloso e Emicida dividindo o palco, pela primeira vez, na edição de 2026.
Atravessar gerações é justamente um atributo da marca, criada em 1967, na capital fluminense. “Moda e música sempre estiveram muito próximas porque compartilham valores como liberdade, expressão e identidade. Essa relação faz parte da nossa história e essência carioca”, diz Renata Simon, diretora de marketing e estilo da Cantão.
Além de ajudar na ocupação de um espaço que vai além das roupas, a ligação permitiu conexão com importantes movimentos culturais brasileiros, ela acrescenta. Um exemplo é o rock brasileiro e a febre que o estilo despertou na década de 1980. Outro, o Circo Voador, desde o mesmo período instalado na Lapa, segue em atividade até hoje.
Marca vai celebrar 60 anos atravessando gerações
Em 2027, a grife vai completar 60 anos com uma identidade consolidada, que traduz o estilo de vida carioca. O segredo para ser descoberta e desejada por novas gerações, ao mesmo tempo que permanece reconhecida por consumidores há décadas, é evoluir sem perder a essência, segundo a executiva.
Ela cita códigos da marca, como liberdade, brasilidade, jeans, estampas e trabalho manual. “O que fazemos é traduzi-los para o presente, tanto no estilo quanto na comunicação.”
Já a história entra como repertório para equilibrar a nostalgia e o DNA com as tendências contemporâneas exigidas pelo mercado. “Muitos elementos que sempre fizeram parte das peças apareceram novamente: bordados, jeans, o artesanal. Nosso papel é reinterpretá-los por meio de novas modelagens, combinações e linguagens.”
Cultura: um pilar de branding em diferentes décadas
Patrocinadora oficial dos looks da última edição do Doce Maravilha, a Cantão também criou uma ativação interativa no festival, que estimulava os presentes a fazer fotos e vídeos, e promoveu dinâmica que distribuía produtos oficiais.
Para uma marca quase sessentona capturar diferentes gerações, a música tem sido um pilar da estratégia de branding ao longo do tempo. No evento, o objetivo era fortalecer a relação com ela e a cultura, gerar awareness e desejo, apresentar a grife a novos públicos e reforçar a conexão com quem já é fiel, diz Simon.
“Festivais são espaços onde música, moda, comportamento e diferentes gerações se encontram. Nas redes, conseguimos contar uma história e, em um festival, conseguimos fazer o público viver uma história. É uma oportunidade de criar conexões mais próximas e afetivas com as pessoas.”
Como entrar no repertório dos consumidores jovens
Mensurar o resultado de iniciativas em ambientes assim, que oferecem oportunidades distintas dos canais tradicionais de marketing, envolve avaliar uma combinação de fatores, afirma a CMO.
“Olhamos para awareness, alcance, engajamento, repercussão orgânica, relacionamento com creators e imprensa, e também para os reflexos comerciais. Mas existe um objetivo especialmente importante: fazer a Cantão entrar no repertório de novas gerações sem perder a conexão com quem já acompanha a marca.”
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