Insights|3 jun, 2026|

Mulheres lideram cobertura da Copa 2026 entre creators brasileiros

Freepik

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Fernanda Bottoni - UOL para Marcas

A cobertura da Copa do Mundo 2026 deve ser mais feminina. Pelo menos no que depender dos criadores brasileiros que estão presencialmente por lá. De acordo com um levantamento da BrandLovers, 74,7% dos creators
que acompanharão o evento in loco são mulheres.

A análise considera uma base de 158 criadores já identificados para a cobertura. São 118 mulheres contra 40 homens.

O dado contrasta com a histórica predominância masculina na cobertura esportiva. “A creator economy ampliou o acesso à produção de conteúdo e diversificou os pontos de vista”, afirma Miriam Shirley, presidente da BrandLovers. “Quando vemos mulheres como maioria em um evento desse porte, fica claro que o interesse por esporte não está mais restrito a um perfil específico”, complementa.

Diversidade de vozes traz novas possibilidades de conexão para marcas

Dentro da base geral da BrandLovers, 17,4% das mulheres creators já produzem conteúdos relacionados ao esporte, mesmo quando esse não é seu tema principal. Segundo a empresa, o dado sugere que a cobertura tende a extrapolar o formato tradicional, incorporando perspectivas ligadas a comportamento, lifestyle e experiências pessoais.

Quando a Copa deixa de ser apenas um território esportivo e se consolida como um espaço de múltiplas narrativas, há também uma mudança importante para as marcas. “A diversidade de vozes traz novas possibilidades de conexão com o público”, afirma Miriam. “Não se trata apenas de falar sobre o jogo, mas de entender como o evento se conecta com diferentes aspectos da vida das pessoas.”

A expectativa é que, na Copa do Mundo 2026, essa pluralidade se traduza em uma cobertura mais distribuída, refletindo a forma como o consumo de conteúdo evoluiu nos últimos anos.

O UOL conecta cada pessoa ao seu universo e cada marca ao seu target

Insights|3 jun, 2026|

Mulheres lideram cobertura da Copa 2026 entre creators brasileiros

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Fernanda Bottoni - UOL para Marcas

A cobertura da Copa do Mundo 2026 deve ser mais feminina. Pelo menos no que depender dos criadores brasileiros que estão presencialmente por lá. De acordo com um levantamento da BrandLovers, 74,7% dos creators
que acompanharão o evento in loco são mulheres.

A análise considera uma base de 158 criadores já identificados para a cobertura. São 118 mulheres contra 40 homens.

O dado contrasta com a histórica predominância masculina na cobertura esportiva. “A creator economy ampliou o acesso à produção de conteúdo e diversificou os pontos de vista”, afirma Miriam Shirley, presidente da BrandLovers. “Quando vemos mulheres como maioria em um evento desse porte, fica claro que o interesse por esporte não está mais restrito a um perfil específico”, complementa.

Diversidade de vozes traz novas possibilidades de conexão para marcas

Dentro da base geral da BrandLovers, 17,4% das mulheres creators já produzem conteúdos relacionados ao esporte, mesmo quando esse não é seu tema principal. Segundo a empresa, o dado sugere que a cobertura tende a extrapolar o formato tradicional, incorporando perspectivas ligadas a comportamento, lifestyle e experiências pessoais.

Quando a Copa deixa de ser apenas um território esportivo e se consolida como um espaço de múltiplas narrativas, há também uma mudança importante para as marcas. “A diversidade de vozes traz novas possibilidades de conexão com o público”, afirma Miriam. “Não se trata apenas de falar sobre o jogo, mas de entender como o evento se conecta com diferentes aspectos da vida das pessoas.”

A expectativa é que, na Copa do Mundo 2026, essa pluralidade se traduza em uma cobertura mais distribuída, refletindo a forma como o consumo de conteúdo evoluiu nos últimos anos.

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A cobertura da Copa do Mundo 2026 deve ser mais feminina. Pelo menos no que depender dos criadores brasileiros que estão presencialmente por lá. De acordo com um levantamento da BrandLovers, 74,7% dos creators
que acompanharão o evento in loco são mulheres.

A análise considera uma base de 158 criadores já identificados para a cobertura. São 118 mulheres contra 40 homens.

O dado contrasta com a histórica predominância masculina na cobertura esportiva. “A creator economy ampliou o acesso à produção de conteúdo e diversificou os pontos de vista”, afirma Miriam Shirley, presidente da BrandLovers. “Quando vemos mulheres como maioria em um evento desse porte, fica claro que o interesse por esporte não está mais restrito a um perfil específico”, complementa.

Diversidade de vozes traz novas possibilidades de conexão para marcas

Dentro da base geral da BrandLovers, 17,4% das mulheres creators já produzem conteúdos relacionados ao esporte, mesmo quando esse não é seu tema principal. Segundo a empresa, o dado sugere que a cobertura tende a extrapolar o formato tradicional, incorporando perspectivas ligadas a comportamento, lifestyle e experiências pessoais.

Quando a Copa deixa de ser apenas um território esportivo e se consolida como um espaço de múltiplas narrativas, há também uma mudança importante para as marcas. “A diversidade de vozes traz novas possibilidades de conexão com o público”, afirma Miriam. “Não se trata apenas de falar sobre o jogo, mas de entender como o evento se conecta com diferentes aspectos da vida das pessoas.”

A expectativa é que, na Copa do Mundo 2026, essa pluralidade se traduza em uma cobertura mais distribuída, refletindo a forma como o consumo de conteúdo evoluiu nos últimos anos.

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