Insights|27 nov, 2025|

Envelhecer bem é prioridade, mas preparação ainda é privilégio

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Fernanda Bottoni - UOL para Marcas

Envelhecer com qualidade significa ter independência financeira e qualidade de vida, mas também inclui realizar um grande sonho e cuidar mais da saúde. Essa é uma das descobertas do estudo original “Viver plenamente”, do Consumer Insights UOL, realizado por meio de mil entrevistas com homens e mulheres de 40 a 65 anos.

Longevidade: da estabilidade financeira à realização de um sonho

Quando perguntados quais objetivos eles gostariam de alcançar, cada respondeu indicou 4 alternativas, em média. As principais respostas foram:

  • Ter estabilidade ou independência financeira — 51%;
  • Ter mais qualidade de vida e bem-estar — 48%;
  • Cuidar mais da minha saúde — 45%;
  • Realizar um grande sonho — 35%;
  • Dedicar mais tempo a mim mesmo(a) — 35%;

Em relação aos sonhos que gostariam de realizar, 23% disseram que querem fazer uma viagem e 21% apontaram o sonho da casa própria.

Mudar hábitos para viver com mais saúde, autonomia e propósito

Envelhecer bem, para 55% dos entrevistados, é principalmente ter saúde. E, ao envelhecer, 51% querem paz consigo mesmo, 49% querem se sentir feliz e 41% buscam estabilidade emocional.

O estudo indica ainda que 52% já estão mudando hábitos pensando no futuro. Essas mudanças estão relacionadas principalmente a alimentação, exercícios e saúde mental. O desejo de viver mais e melhor é o principal motivador, seguido por experiências pessoais, envelhecimento de pessoas próximas ou medo de perder a autonomia.

A conclusão, porém, é que o envelhecimento pleno ainda é um privilégio. A pesquisa conclui, por exemplo, que pessoas negras e das classes DE se preparam menos para envelhecer, não por escolha, mas por falta de oportunidade. Destaca ainda que quem vive em contextos mais vulneráveis lida com urgências do presente, o que dificulta pensar e agir no longo prazo. Tudo isso reforça a importância de políticas, conteúdos e soluções acessíveis que democratizem o cuidado com o futuro.

5 cuidados para se preparar para a velhice

  1. Cuido da alimentação — 60%
  2. Pratico atividade física — 56%
  3. Cuido da minha saúde mental — 54%
  4. Busco viver com mais propósito e espiritualidade — 41%
  5. Faço acompanhamento médico com regularidade — 41%

5 razões para começar a adotar esses hábitos

  1. Desejo de viver mais e melhor — 53%
  2. Preocupação com a saúde — 47%
  3. Mudança da rotina ou fase de vida — 31%
  4. Envelhecimento de familiares ou pessoas conhecidas — 26%
  5. Medo de perder autonomia — 25%

Limitações financeiras são grande obstáculo

Para muitos, no entanto, a preparação para a velhice é barrada por limitações financeiras e priorização das urgências do presente. Quase metade dos entrevistados não se prepara para a velhice – e, nesse grupo, há maior concentração de classes CDE. A falta de recursos é a principal barreira. Outros entendem que envelhecer seja natural e, por isso, não exige planejamento.

Em geral, mulheres tendem a priorizar questões imediatas, enquanto homens aparecem mais entre os que não enxergam necessidade de se preparar.

Principais razões para não estarem fazendo nada para se preparar para a velhice

  • Não possuo recursos financeiros para isso — 27%
  • Por ser um processo inevitável, acontece naturalmente — 16%
  • Estou mais focado em questões imediatas — 13%

O estudo também indica que 70% querem realizar algum plano, como viajar mais frequentemente, alternativa indicada por 21%, ou manter uma alimentação mais saudável, com 14%. No entanto, também aqui a falta de recursos financeiros é a principal limitação, apontada por 48% dos entrevistados. Problemas de saúde e limitações físicas, por outro lado, são indicados por apenas 11%.

Barreiras para realizar os planos e vontades

  • Falta de recursos financeiros — 48%
  • Insegurança financeira — 25%
  • Falta de tempo devido ao trabalho — 20%
  • Compromissos familiares e responsabilidades — 14%
  • Problemas de saúde — 11%
  • Limitações físicas — 11%
  • Falta de autoconfiança — 11%

O que destravaria o primeiro passo

  • Condições financeiras — 62%
  • Tempo e disposição — 28%
  • Estímulo ou motivação para começar — 22%
  • Compromissos familiares e responsabilidades — 14%
  • Apoio de outras pessoas — 12%

Marcas não representam pessoas de 40 a 65 anos

A pesquisa traz um alerta importante: 40% das pessoas de 40 a 65 anos entrevistadas não se sentem representadas pelas marcas. Outros 38% às vezes se sentem representados. Os homens se destacam no primeiro grupo e as mulheres, no segundo.

Além disso, a maioria acredita que as marcas poderiam se esforçar para incluir pessoas da sua geração nas campanhas e que elas precisam percorrer um longo caminho para considerar essas pessoas naturalmente nas suas comunicações. Um pouco menos da metade, porém, acha que elas têm melhorado no contato com a sua geração.

% dos que concordam com as afirmações

60% — As marcas poderiam se esforçar mais para incluir pessoas da minha geração em suas campanhas

55% — As marcas ainda precisam percorrer um longo caminho para considerar naturalmente pessoas da minha geração nas comunicações

49% — As marcas estão melhorando na comunicação com pessoas da minha geração

47% — As marcas não consideram as mudanças da sociedade para se comunicar de forma mais assertiva com pessoas da minha geração

46% — As marcas geralmente não consideram as necessidades e interesses das pessoas da minha geração em suas comunicações

45% — As marcas frequentemente usam estereótipos ao se comunicar com pessoas da minha geração

44% — As marcas se comunicam de forma clara e eficaz com pessoas da minha geração

44% — As marcas reconhecem e valorizam a contribuição das pessoas da minha geração em suas comunicações

A conclusão do estudo é que campanhas idealizadas e otimistas não refletem a diversidade de quem envelhece. Isso porque boa parte das pessoas não se vê nas mensagens atuais das marcas, especialmente homens e grupos fora dos padrões midiáticos. Mesmo quando há esforço de inclusão, ele é parcial. A dica é falar de forma mais honesta, plural e empática com esse público.

 

O UOL conecta cada pessoa ao seu universo e cada marca ao seu target

Insights|27 nov, 2025|

Envelhecer bem é prioridade, mas preparação ainda é privilégio

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Fernanda Bottoni - UOL para Marcas

Envelhecer com qualidade significa ter independência financeira e qualidade de vida, mas também inclui realizar um grande sonho e cuidar mais da saúde. Essa é uma das descobertas do estudo original “Viver plenamente”, do Consumer Insights UOL, realizado por meio de mil entrevistas com homens e mulheres de 40 a 65 anos.

Longevidade: da estabilidade financeira à realização de um sonho

Quando perguntados quais objetivos eles gostariam de alcançar, cada respondeu indicou 4 alternativas, em média. As principais respostas foram:

  • Ter estabilidade ou independência financeira — 51%;
  • Ter mais qualidade de vida e bem-estar — 48%;
  • Cuidar mais da minha saúde — 45%;
  • Realizar um grande sonho — 35%;
  • Dedicar mais tempo a mim mesmo(a) — 35%;

Em relação aos sonhos que gostariam de realizar, 23% disseram que querem fazer uma viagem e 21% apontaram o sonho da casa própria.

Mudar hábitos para viver com mais saúde, autonomia e propósito

Envelhecer bem, para 55% dos entrevistados, é principalmente ter saúde. E, ao envelhecer, 51% querem paz consigo mesmo, 49% querem se sentir feliz e 41% buscam estabilidade emocional.

O estudo indica ainda que 52% já estão mudando hábitos pensando no futuro. Essas mudanças estão relacionadas principalmente a alimentação, exercícios e saúde mental. O desejo de viver mais e melhor é o principal motivador, seguido por experiências pessoais, envelhecimento de pessoas próximas ou medo de perder a autonomia.

A conclusão, porém, é que o envelhecimento pleno ainda é um privilégio. A pesquisa conclui, por exemplo, que pessoas negras e das classes DE se preparam menos para envelhecer, não por escolha, mas por falta de oportunidade. Destaca ainda que quem vive em contextos mais vulneráveis lida com urgências do presente, o que dificulta pensar e agir no longo prazo. Tudo isso reforça a importância de políticas, conteúdos e soluções acessíveis que democratizem o cuidado com o futuro.

5 cuidados para se preparar para a velhice

  1. Cuido da alimentação — 60%
  2. Pratico atividade física — 56%
  3. Cuido da minha saúde mental — 54%
  4. Busco viver com mais propósito e espiritualidade — 41%
  5. Faço acompanhamento médico com regularidade — 41%

5 razões para começar a adotar esses hábitos

  1. Desejo de viver mais e melhor — 53%
  2. Preocupação com a saúde — 47%
  3. Mudança da rotina ou fase de vida — 31%
  4. Envelhecimento de familiares ou pessoas conhecidas — 26%
  5. Medo de perder autonomia — 25%

Limitações financeiras são grande obstáculo

Para muitos, no entanto, a preparação para a velhice é barrada por limitações financeiras e priorização das urgências do presente. Quase metade dos entrevistados não se prepara para a velhice – e, nesse grupo, há maior concentração de classes CDE. A falta de recursos é a principal barreira. Outros entendem que envelhecer seja natural e, por isso, não exige planejamento.

Em geral, mulheres tendem a priorizar questões imediatas, enquanto homens aparecem mais entre os que não enxergam necessidade de se preparar.

Principais razões para não estarem fazendo nada para se preparar para a velhice

  • Não possuo recursos financeiros para isso — 27%
  • Por ser um processo inevitável, acontece naturalmente — 16%
  • Estou mais focado em questões imediatas — 13%

O estudo também indica que 70% querem realizar algum plano, como viajar mais frequentemente, alternativa indicada por 21%, ou manter uma alimentação mais saudável, com 14%. No entanto, também aqui a falta de recursos financeiros é a principal limitação, apontada por 48% dos entrevistados. Problemas de saúde e limitações físicas, por outro lado, são indicados por apenas 11%.

Barreiras para realizar os planos e vontades

  • Falta de recursos financeiros — 48%
  • Insegurança financeira — 25%
  • Falta de tempo devido ao trabalho — 20%
  • Compromissos familiares e responsabilidades — 14%
  • Problemas de saúde — 11%
  • Limitações físicas — 11%
  • Falta de autoconfiança — 11%

O que destravaria o primeiro passo

  • Condições financeiras — 62%
  • Tempo e disposição — 28%
  • Estímulo ou motivação para começar — 22%
  • Compromissos familiares e responsabilidades — 14%
  • Apoio de outras pessoas — 12%

Marcas não representam pessoas de 40 a 65 anos

A pesquisa traz um alerta importante: 40% das pessoas de 40 a 65 anos entrevistadas não se sentem representadas pelas marcas. Outros 38% às vezes se sentem representados. Os homens se destacam no primeiro grupo e as mulheres, no segundo.

Além disso, a maioria acredita que as marcas poderiam se esforçar para incluir pessoas da sua geração nas campanhas e que elas precisam percorrer um longo caminho para considerar essas pessoas naturalmente nas suas comunicações. Um pouco menos da metade, porém, acha que elas têm melhorado no contato com a sua geração.

% dos que concordam com as afirmações

60% — As marcas poderiam se esforçar mais para incluir pessoas da minha geração em suas campanhas

55% — As marcas ainda precisam percorrer um longo caminho para considerar naturalmente pessoas da minha geração nas comunicações

49% — As marcas estão melhorando na comunicação com pessoas da minha geração

47% — As marcas não consideram as mudanças da sociedade para se comunicar de forma mais assertiva com pessoas da minha geração

46% — As marcas geralmente não consideram as necessidades e interesses das pessoas da minha geração em suas comunicações

45% — As marcas frequentemente usam estereótipos ao se comunicar com pessoas da minha geração

44% — As marcas se comunicam de forma clara e eficaz com pessoas da minha geração

44% — As marcas reconhecem e valorizam a contribuição das pessoas da minha geração em suas comunicações

A conclusão do estudo é que campanhas idealizadas e otimistas não refletem a diversidade de quem envelhece. Isso porque boa parte das pessoas não se vê nas mensagens atuais das marcas, especialmente homens e grupos fora dos padrões midiáticos. Mesmo quando há esforço de inclusão, ele é parcial. A dica é falar de forma mais honesta, plural e empática com esse público.

 

O UOL conecta cada pessoa ao seu universo e cada marca ao seu target

Insights|27 nov, 2025|

Envelhecer bem é prioridade, mas preparação ainda é privilégio

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Fernanda Bottoni - UOL para Marcas

Envelhecer com qualidade significa ter independência financeira e qualidade de vida, mas também inclui realizar um grande sonho e cuidar mais da saúde. Essa é uma das descobertas do estudo original “Viver plenamente”, do Consumer Insights UOL, realizado por meio de mil entrevistas com homens e mulheres de 40 a 65 anos.

Longevidade: da estabilidade financeira à realização de um sonho

Quando perguntados quais objetivos eles gostariam de alcançar, cada respondeu indicou 4 alternativas, em média. As principais respostas foram:

  • Ter estabilidade ou independência financeira — 51%;
  • Ter mais qualidade de vida e bem-estar — 48%;
  • Cuidar mais da minha saúde — 45%;
  • Realizar um grande sonho — 35%;
  • Dedicar mais tempo a mim mesmo(a) — 35%;

Em relação aos sonhos que gostariam de realizar, 23% disseram que querem fazer uma viagem e 21% apontaram o sonho da casa própria.

Mudar hábitos para viver com mais saúde, autonomia e propósito

Envelhecer bem, para 55% dos entrevistados, é principalmente ter saúde. E, ao envelhecer, 51% querem paz consigo mesmo, 49% querem se sentir feliz e 41% buscam estabilidade emocional.

O estudo indica ainda que 52% já estão mudando hábitos pensando no futuro. Essas mudanças estão relacionadas principalmente a alimentação, exercícios e saúde mental. O desejo de viver mais e melhor é o principal motivador, seguido por experiências pessoais, envelhecimento de pessoas próximas ou medo de perder a autonomia.

A conclusão, porém, é que o envelhecimento pleno ainda é um privilégio. A pesquisa conclui, por exemplo, que pessoas negras e das classes DE se preparam menos para envelhecer, não por escolha, mas por falta de oportunidade. Destaca ainda que quem vive em contextos mais vulneráveis lida com urgências do presente, o que dificulta pensar e agir no longo prazo. Tudo isso reforça a importância de políticas, conteúdos e soluções acessíveis que democratizem o cuidado com o futuro.

5 cuidados para se preparar para a velhice

  1. Cuido da alimentação — 60%
  2. Pratico atividade física — 56%
  3. Cuido da minha saúde mental — 54%
  4. Busco viver com mais propósito e espiritualidade — 41%
  5. Faço acompanhamento médico com regularidade — 41%

5 razões para começar a adotar esses hábitos

  1. Desejo de viver mais e melhor — 53%
  2. Preocupação com a saúde — 47%
  3. Mudança da rotina ou fase de vida — 31%
  4. Envelhecimento de familiares ou pessoas conhecidas — 26%
  5. Medo de perder autonomia — 25%

Limitações financeiras são grande obstáculo

Para muitos, no entanto, a preparação para a velhice é barrada por limitações financeiras e priorização das urgências do presente. Quase metade dos entrevistados não se prepara para a velhice – e, nesse grupo, há maior concentração de classes CDE. A falta de recursos é a principal barreira. Outros entendem que envelhecer seja natural e, por isso, não exige planejamento.

Em geral, mulheres tendem a priorizar questões imediatas, enquanto homens aparecem mais entre os que não enxergam necessidade de se preparar.

Principais razões para não estarem fazendo nada para se preparar para a velhice

  • Não possuo recursos financeiros para isso — 27%
  • Por ser um processo inevitável, acontece naturalmente — 16%
  • Estou mais focado em questões imediatas — 13%

O estudo também indica que 70% querem realizar algum plano, como viajar mais frequentemente, alternativa indicada por 21%, ou manter uma alimentação mais saudável, com 14%. No entanto, também aqui a falta de recursos financeiros é a principal limitação, apontada por 48% dos entrevistados. Problemas de saúde e limitações físicas, por outro lado, são indicados por apenas 11%.

Barreiras para realizar os planos e vontades

  • Falta de recursos financeiros — 48%
  • Insegurança financeira — 25%
  • Falta de tempo devido ao trabalho — 20%
  • Compromissos familiares e responsabilidades — 14%
  • Problemas de saúde — 11%
  • Limitações físicas — 11%
  • Falta de autoconfiança — 11%

O que destravaria o primeiro passo

  • Condições financeiras — 62%
  • Tempo e disposição — 28%
  • Estímulo ou motivação para começar — 22%
  • Compromissos familiares e responsabilidades — 14%
  • Apoio de outras pessoas — 12%

Marcas não representam pessoas de 40 a 65 anos

A pesquisa traz um alerta importante: 40% das pessoas de 40 a 65 anos entrevistadas não se sentem representadas pelas marcas. Outros 38% às vezes se sentem representados. Os homens se destacam no primeiro grupo e as mulheres, no segundo.

Além disso, a maioria acredita que as marcas poderiam se esforçar para incluir pessoas da sua geração nas campanhas e que elas precisam percorrer um longo caminho para considerar essas pessoas naturalmente nas suas comunicações. Um pouco menos da metade, porém, acha que elas têm melhorado no contato com a sua geração.

% dos que concordam com as afirmações

60% — As marcas poderiam se esforçar mais para incluir pessoas da minha geração em suas campanhas

55% — As marcas ainda precisam percorrer um longo caminho para considerar naturalmente pessoas da minha geração nas comunicações

49% — As marcas estão melhorando na comunicação com pessoas da minha geração

47% — As marcas não consideram as mudanças da sociedade para se comunicar de forma mais assertiva com pessoas da minha geração

46% — As marcas geralmente não consideram as necessidades e interesses das pessoas da minha geração em suas comunicações

45% — As marcas frequentemente usam estereótipos ao se comunicar com pessoas da minha geração

44% — As marcas se comunicam de forma clara e eficaz com pessoas da minha geração

44% — As marcas reconhecem e valorizam a contribuição das pessoas da minha geração em suas comunicações

A conclusão do estudo é que campanhas idealizadas e otimistas não refletem a diversidade de quem envelhece. Isso porque boa parte das pessoas não se vê nas mensagens atuais das marcas, especialmente homens e grupos fora dos padrões midiáticos. Mesmo quando há esforço de inclusão, ele é parcial. A dica é falar de forma mais honesta, plural e empática com esse público.

 

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