49% deixam de comprar por posicionamento político de influenciadores
Freepik

Fernanda Bottoni - UOL para Marcas
O posicionamento político e social dos influenciadores pesa na decisão de compra do público. Tanto que 49% dos consumidores já deixaram de comprar uma marca por discordarem do posicionamento social ou político do criador de conteúdo que fez a divulgação. Deles, 22% já fizeram isso muitas vezes.
O dado é do relatório “Consumo e Influência Digital 2026”, desenvolvido pela Influency.me em parceria com a Opinion Box. O estudo ouviu 1.201 usuários de redes sociais em todo o país e mapeou a relação entre consumo e influência.
Posicionamento político e influência
Para 63% dos consumidores, o posicionamento político e social é importante ou até decisivo na hora de escolher quais influenciadores seguir. 62% se sentem mais conectados a criadores com visões semelhantes, enquanto 48% evitam acompanhar quem pensa muito diferente.
Mas nem todo mundo mistura consumo e posicionamento. 40% dizem focar apenas no conteúdo, e 37% não consideram a opinião política um fator na relação com influenciadores.
Consumidores identificam IA (e não gostam)
O relatório revelou que 74% dizem conseguir identificar conteúdos gerados por IA sempre ou na maior parte das vezes. O uso da tecnologia divide opiniões. Para 43%, IA gera dúvida sobre a veracidade ou qualidade do item apresentado. Outros 32% consideram o uso aceitável, desde que o resultado seja convincente. Há ainda 17% que perdem o interesse pelo produto ou serviço apresentado em conteúdos que utilizam recursos desse tipo.
A preferência segue orientada ao conteúdo humano. 84% valorizam vídeos feitos por pessoas, mesmo que tenham imperfeições, e 54% não aprovam imagens geradas artificialmente.
No caso de textos e legendas, há uma abertura maior. 48% aceitam conteúdos gerados por IA, especialmente quando são úteis e objetivos. Ainda assim, 36% demonstram resistência, apontando a falta de humanização como um ponto de desconexão.
Existe relação direta entre influenciadores e consumo
De acordo com o relatório, 86% dos consumidores assistem influenciadores diariamente, ainda que por períodos relativamente curtos. Entre eles, 17% se veem como clientes em potencial.
Além disso, nos últimos seis meses, 69% fizeram alguma compra de produto indicado em uma rede social.
Você tem o costume de comprar produtos indicados pelos influenciadores que você segue?
(responderam apenas aqueles que assistem influenciadores)
- Nunca — 12%;
- Raramente — 28%;
- Algumas vezes — 48%;
- Com frequência — 12%.
Em quais redes sociais você viu o produto que comprou?
Responderam apenas aqueles que realizaram alguma compra nos últimos 6 meses
- Instagram — 72%;
- YouTube — 35%;
- TikTok — 34%;
- Grupos de WhatsApp — 26%;
- Facebook — 23%.
Entre os consumidores que já compraram por recomendação de influenciadores, a categoria mais popular é beleza e cuidados pessoais, com 39%, seguida por moda e acessórios, com 32%, e saúde e fitness, com 25%. Na sequência aparecem tecnologia e eletrônicos, com 23%, educação e infoprodutos e gastronomia, ambos com 22%.
Por outro lado, avaliações negativas são o principal entrave às compras, citadas por 51% dos consumidores. Em seguida vêm preço elevado, com 50%, e preocupações com segurança, como links suspeitos ou risco de fraude, mencionadas por 48%.
Onde o público se conecta com criadores
O Instagram se destaca como a plataforma mais utilizada, apontada por 59% dos entrevistados. Em seguida, aparecem YouTube, com 17%, e TikTok, com 10%. A liderança isolada do Instagram se mantém em todas as faixas etárias.
Entre os gêneros, há diferença entre o uso de Instagram e YouTube. A primeira é a mais utilizada por 65% das mulheres e 51% dos homens, enquanto a segunda tem a preferência de 24% dos homens e 11% das mulheres.
Quando o objetivo é a descoberta de produtos, o cenário tem algumas pequenas mudanças. O Instagram continua liderando, com 41%, mas plataformas como TikTok, com 18%, e YouTube, com 17%, ganham relevância.
Entre os mais jovens, de 16 a 29 anos, a diferença é maior. Apenas 32% usam Instagram, mas 32% usam TikTok.
Conteúdos mais simples gera mais confiança
Quando o assunto é pesquisar produtos nas redes sociais, o vídeo é o formato preferido de 77% dos respondentes, com destaque para os vídeos curtos.
Vídeos com edição leve são os que mais transmitem confiança para 43% dos entrevistados. Em seguida vêm conteúdos simples, sem edição, preferidos por 32%.
Fotos que mostram o produto em uso no dia a dia são, de longe, as que mais geram confiança, com 70% da preferência. Apenas 18% confiam em imagens conceituais e só 10% em fotos de estúdio. Ou seja, o consumidor quer ver o produto em contextos reais, com menos produção.
O mesmo padrão se repete nas legendas e explicações. Conteúdos objetivos e diretos são os que mais chamam atenção, embora uma parcela valorize informações mais detalhadas.
Confiança está relacionada ao conhecimento do criador
Quando o assunto são vídeos publicitários, o conhecimento sobre o produto é o principal fator de confiança, citado por 68% dos entrevistados. Em seguida aparecem a transparência ao apontar pontos negativos, com 64%, e a capacidade de responder dúvidas técnicas, com 57%.
Também pesam a coerência entre discurso e estilo de vida do criador, mencionada por 56%, e o uso contínuo do produto ao longo de vários dias, com 54%.
A percepção sobre frequência de publicidade é dividida: 38% acreditam que anúncios diários saturam o perfil, enquanto 32% veem isso como profissionalismo.
O que define a publicidade ideal
Para os consumidores, a publicidade feita por influenciadores deve priorizar autenticidade e utilidade. Mostrar o produto em uso na rotina aparece como principal característica, seguido pela transparência em relação a pontos negativos e por uma comunicação mais natural, sem roteiros engessados.
Para você, a publicidade (#publi) ideal feita por um influenciador deve ter quais características?
- Mostrar o produto sendo usado na rotina prática — 52%;
- Apontar também os aspectos negativos do produto — 48%;
- O influenciador falar com as suas próprias palavras, sem parecer que está lendo um roteiro — 47%;
- Mostrar o “antes e depois” ou o efeito real após o uso — 46%;
- O influenciador tirar dúvidas dos seguidores sobre o produto — 41%;
- A pessoa mostrar que já usa a marca há algum tempo — 41%;
- Deixar claro que é um anúncio logo no início — 39%;
- Ensinar algo novo ou dar uma dica útil enquanto apresenta o produto — 38%;
- Oferecer um cupom de desconto ou brinde que valha a pena — 33%;
- Ter uma qualidade de imagem boa, mas que não pareça um comercial de TV — 31%;
- Nenhuma — 4%.
49% deixam de comprar por posicionamento político de influenciadores
Freepik

Fernanda Bottoni - UOL para Marcas
O posicionamento político e social dos influenciadores pesa na decisão de compra do público. Tanto que 49% dos consumidores já deixaram de comprar uma marca por discordarem do posicionamento social ou político do criador de conteúdo que fez a divulgação. Deles, 22% já fizeram isso muitas vezes.
O dado é do relatório “Consumo e Influência Digital 2026”, desenvolvido pela Influency.me em parceria com a Opinion Box. O estudo ouviu 1.201 usuários de redes sociais em todo o país e mapeou a relação entre consumo e influência.
Posicionamento político e influência
Para 63% dos consumidores, o posicionamento político e social é importante ou até decisivo na hora de escolher quais influenciadores seguir. 62% se sentem mais conectados a criadores com visões semelhantes, enquanto 48% evitam acompanhar quem pensa muito diferente.
Mas nem todo mundo mistura consumo e posicionamento. 40% dizem focar apenas no conteúdo, e 37% não consideram a opinião política um fator na relação com influenciadores.
Consumidores identificam IA (e não gostam)
O relatório revelou que 74% dizem conseguir identificar conteúdos gerados por IA sempre ou na maior parte das vezes. O uso da tecnologia divide opiniões. Para 43%, IA gera dúvida sobre a veracidade ou qualidade do item apresentado. Outros 32% consideram o uso aceitável, desde que o resultado seja convincente. Há ainda 17% que perdem o interesse pelo produto ou serviço apresentado em conteúdos que utilizam recursos desse tipo.
A preferência segue orientada ao conteúdo humano. 84% valorizam vídeos feitos por pessoas, mesmo que tenham imperfeições, e 54% não aprovam imagens geradas artificialmente.
No caso de textos e legendas, há uma abertura maior. 48% aceitam conteúdos gerados por IA, especialmente quando são úteis e objetivos. Ainda assim, 36% demonstram resistência, apontando a falta de humanização como um ponto de desconexão.
Existe relação direta entre influenciadores e consumo
De acordo com o relatório, 86% dos consumidores assistem influenciadores diariamente, ainda que por períodos relativamente curtos. Entre eles, 17% se veem como clientes em potencial.
Além disso, nos últimos seis meses, 69% fizeram alguma compra de produto indicado em uma rede social.
Você tem o costume de comprar produtos indicados pelos influenciadores que você segue?
(responderam apenas aqueles que assistem influenciadores)
- Nunca — 12%;
- Raramente — 28%;
- Algumas vezes — 48%;
- Com frequência — 12%.
Em quais redes sociais você viu o produto que comprou?
Responderam apenas aqueles que realizaram alguma compra nos últimos 6 meses
- Instagram — 72%;
- YouTube — 35%;
- TikTok — 34%;
- Grupos de WhatsApp — 26%;
- Facebook — 23%.
Entre os consumidores que já compraram por recomendação de influenciadores, a categoria mais popular é beleza e cuidados pessoais, com 39%, seguida por moda e acessórios, com 32%, e saúde e fitness, com 25%. Na sequência aparecem tecnologia e eletrônicos, com 23%, educação e infoprodutos e gastronomia, ambos com 22%.
Por outro lado, avaliações negativas são o principal entrave às compras, citadas por 51% dos consumidores. Em seguida vêm preço elevado, com 50%, e preocupações com segurança, como links suspeitos ou risco de fraude, mencionadas por 48%.
Onde o público se conecta com criadores
O Instagram se destaca como a plataforma mais utilizada, apontada por 59% dos entrevistados. Em seguida, aparecem YouTube, com 17%, e TikTok, com 10%. A liderança isolada do Instagram se mantém em todas as faixas etárias.
Entre os gêneros, há diferença entre o uso de Instagram e YouTube. A primeira é a mais utilizada por 65% das mulheres e 51% dos homens, enquanto a segunda tem a preferência de 24% dos homens e 11% das mulheres.
Quando o objetivo é a descoberta de produtos, o cenário tem algumas pequenas mudanças. O Instagram continua liderando, com 41%, mas plataformas como TikTok, com 18%, e YouTube, com 17%, ganham relevância.
Entre os mais jovens, de 16 a 29 anos, a diferença é maior. Apenas 32% usam Instagram, mas 32% usam TikTok.
Conteúdos mais simples gera mais confiança
Quando o assunto é pesquisar produtos nas redes sociais, o vídeo é o formato preferido de 77% dos respondentes, com destaque para os vídeos curtos.
Vídeos com edição leve são os que mais transmitem confiança para 43% dos entrevistados. Em seguida vêm conteúdos simples, sem edição, preferidos por 32%.
Fotos que mostram o produto em uso no dia a dia são, de longe, as que mais geram confiança, com 70% da preferência. Apenas 18% confiam em imagens conceituais e só 10% em fotos de estúdio. Ou seja, o consumidor quer ver o produto em contextos reais, com menos produção.
O mesmo padrão se repete nas legendas e explicações. Conteúdos objetivos e diretos são os que mais chamam atenção, embora uma parcela valorize informações mais detalhadas.
Confiança está relacionada ao conhecimento do criador
Quando o assunto são vídeos publicitários, o conhecimento sobre o produto é o principal fator de confiança, citado por 68% dos entrevistados. Em seguida aparecem a transparência ao apontar pontos negativos, com 64%, e a capacidade de responder dúvidas técnicas, com 57%.
Também pesam a coerência entre discurso e estilo de vida do criador, mencionada por 56%, e o uso contínuo do produto ao longo de vários dias, com 54%.
A percepção sobre frequência de publicidade é dividida: 38% acreditam que anúncios diários saturam o perfil, enquanto 32% veem isso como profissionalismo.
O que define a publicidade ideal
Para os consumidores, a publicidade feita por influenciadores deve priorizar autenticidade e utilidade. Mostrar o produto em uso na rotina aparece como principal característica, seguido pela transparência em relação a pontos negativos e por uma comunicação mais natural, sem roteiros engessados.
Para você, a publicidade (#publi) ideal feita por um influenciador deve ter quais características?
- Mostrar o produto sendo usado na rotina prática — 52%;
- Apontar também os aspectos negativos do produto — 48%;
- O influenciador falar com as suas próprias palavras, sem parecer que está lendo um roteiro — 47%;
- Mostrar o “antes e depois” ou o efeito real após o uso — 46%;
- O influenciador tirar dúvidas dos seguidores sobre o produto — 41%;
- A pessoa mostrar que já usa a marca há algum tempo — 41%;
- Deixar claro que é um anúncio logo no início — 39%;
- Ensinar algo novo ou dar uma dica útil enquanto apresenta o produto — 38%;
- Oferecer um cupom de desconto ou brinde que valha a pena — 33%;
- Ter uma qualidade de imagem boa, mas que não pareça um comercial de TV — 31%;
- Nenhuma — 4%.
49% deixam de comprar por posicionamento político de influenciadores
Freepik

Fernanda Bottoni - UOL para Marcas
O posicionamento político e social dos influenciadores pesa na decisão de compra do público. Tanto que 49% dos consumidores já deixaram de comprar uma marca por discordarem do posicionamento social ou político do criador de conteúdo que fez a divulgação. Deles, 22% já fizeram isso muitas vezes.
O dado é do relatório “Consumo e Influência Digital 2026”, desenvolvido pela Influency.me em parceria com a Opinion Box. O estudo ouviu 1.201 usuários de redes sociais em todo o país e mapeou a relação entre consumo e influência.
Posicionamento político e influência
Para 63% dos consumidores, o posicionamento político e social é importante ou até decisivo na hora de escolher quais influenciadores seguir. 62% se sentem mais conectados a criadores com visões semelhantes, enquanto 48% evitam acompanhar quem pensa muito diferente.
Mas nem todo mundo mistura consumo e posicionamento. 40% dizem focar apenas no conteúdo, e 37% não consideram a opinião política um fator na relação com influenciadores.
Consumidores identificam IA (e não gostam)
O relatório revelou que 74% dizem conseguir identificar conteúdos gerados por IA sempre ou na maior parte das vezes. O uso da tecnologia divide opiniões. Para 43%, IA gera dúvida sobre a veracidade ou qualidade do item apresentado. Outros 32% consideram o uso aceitável, desde que o resultado seja convincente. Há ainda 17% que perdem o interesse pelo produto ou serviço apresentado em conteúdos que utilizam recursos desse tipo.
A preferência segue orientada ao conteúdo humano. 84% valorizam vídeos feitos por pessoas, mesmo que tenham imperfeições, e 54% não aprovam imagens geradas artificialmente.
No caso de textos e legendas, há uma abertura maior. 48% aceitam conteúdos gerados por IA, especialmente quando são úteis e objetivos. Ainda assim, 36% demonstram resistência, apontando a falta de humanização como um ponto de desconexão.
Existe relação direta entre influenciadores e consumo
De acordo com o relatório, 86% dos consumidores assistem influenciadores diariamente, ainda que por períodos relativamente curtos. Entre eles, 17% se veem como clientes em potencial.
Além disso, nos últimos seis meses, 69% fizeram alguma compra de produto indicado em uma rede social.
Você tem o costume de comprar produtos indicados pelos influenciadores que você segue?
(responderam apenas aqueles que assistem influenciadores)
- Nunca — 12%;
- Raramente — 28%;
- Algumas vezes — 48%;
- Com frequência — 12%.
Em quais redes sociais você viu o produto que comprou?
Responderam apenas aqueles que realizaram alguma compra nos últimos 6 meses
- Instagram — 72%;
- YouTube — 35%;
- TikTok — 34%;
- Grupos de WhatsApp — 26%;
- Facebook — 23%.
Entre os consumidores que já compraram por recomendação de influenciadores, a categoria mais popular é beleza e cuidados pessoais, com 39%, seguida por moda e acessórios, com 32%, e saúde e fitness, com 25%. Na sequência aparecem tecnologia e eletrônicos, com 23%, educação e infoprodutos e gastronomia, ambos com 22%.
Por outro lado, avaliações negativas são o principal entrave às compras, citadas por 51% dos consumidores. Em seguida vêm preço elevado, com 50%, e preocupações com segurança, como links suspeitos ou risco de fraude, mencionadas por 48%.
Onde o público se conecta com criadores
O Instagram se destaca como a plataforma mais utilizada, apontada por 59% dos entrevistados. Em seguida, aparecem YouTube, com 17%, e TikTok, com 10%. A liderança isolada do Instagram se mantém em todas as faixas etárias.
Entre os gêneros, há diferença entre o uso de Instagram e YouTube. A primeira é a mais utilizada por 65% das mulheres e 51% dos homens, enquanto a segunda tem a preferência de 24% dos homens e 11% das mulheres.
Quando o objetivo é a descoberta de produtos, o cenário tem algumas pequenas mudanças. O Instagram continua liderando, com 41%, mas plataformas como TikTok, com 18%, e YouTube, com 17%, ganham relevância.
Entre os mais jovens, de 16 a 29 anos, a diferença é maior. Apenas 32% usam Instagram, mas 32% usam TikTok.
Conteúdos mais simples gera mais confiança
Quando o assunto é pesquisar produtos nas redes sociais, o vídeo é o formato preferido de 77% dos respondentes, com destaque para os vídeos curtos.
Vídeos com edição leve são os que mais transmitem confiança para 43% dos entrevistados. Em seguida vêm conteúdos simples, sem edição, preferidos por 32%.
Fotos que mostram o produto em uso no dia a dia são, de longe, as que mais geram confiança, com 70% da preferência. Apenas 18% confiam em imagens conceituais e só 10% em fotos de estúdio. Ou seja, o consumidor quer ver o produto em contextos reais, com menos produção.
O mesmo padrão se repete nas legendas e explicações. Conteúdos objetivos e diretos são os que mais chamam atenção, embora uma parcela valorize informações mais detalhadas.
Confiança está relacionada ao conhecimento do criador
Quando o assunto são vídeos publicitários, o conhecimento sobre o produto é o principal fator de confiança, citado por 68% dos entrevistados. Em seguida aparecem a transparência ao apontar pontos negativos, com 64%, e a capacidade de responder dúvidas técnicas, com 57%.
Também pesam a coerência entre discurso e estilo de vida do criador, mencionada por 56%, e o uso contínuo do produto ao longo de vários dias, com 54%.
A percepção sobre frequência de publicidade é dividida: 38% acreditam que anúncios diários saturam o perfil, enquanto 32% veem isso como profissionalismo.
O que define a publicidade ideal
Para os consumidores, a publicidade feita por influenciadores deve priorizar autenticidade e utilidade. Mostrar o produto em uso na rotina aparece como principal característica, seguido pela transparência em relação a pontos negativos e por uma comunicação mais natural, sem roteiros engessados.
Para você, a publicidade (#publi) ideal feita por um influenciador deve ter quais características?
- Mostrar o produto sendo usado na rotina prática — 52%;
- Apontar também os aspectos negativos do produto — 48%;
- O influenciador falar com as suas próprias palavras, sem parecer que está lendo um roteiro — 47%;
- Mostrar o “antes e depois” ou o efeito real após o uso — 46%;
- O influenciador tirar dúvidas dos seguidores sobre o produto — 41%;
- A pessoa mostrar que já usa a marca há algum tempo — 41%;
- Deixar claro que é um anúncio logo no início — 39%;
- Ensinar algo novo ou dar uma dica útil enquanto apresenta o produto — 38%;
- Oferecer um cupom de desconto ou brinde que valha a pena — 33%;
- Ter uma qualidade de imagem boa, mas que não pareça um comercial de TV — 31%;
- Nenhuma — 4%.
Assuntos Relacionados
Novidades e ideias do mercado publicitário
Assuntos Relacionados
Novidades e ideias do mercado publicitário
Assuntos Relacionados
Novidades e ideias do mercado publicitário


