Femininos Plurais: como as mulheres utilizam o YouTube no Brasil
Freepik

Fernanda Bottoni - UOL para Marcas
As mulheres brasileiras administram carreira, casa e família e ainda assim encontram formas de se conectar com conteúdos para ampliar seu repertório, aprofundar conhecimento e encontrar apoio. E o YouTube se tornou um aliado importante nessa rotina. É isso o que indica o estudo Femininos Plurais, realizado pelo Google com dados de consumo do YouTube e insights da Offerwise e da consultoria de conteúdo estratégico Na Rua.
Como as brasileiras utilizam o YouTube
A rotina das mulheres brasileiras é extremamente fragmentada. Além de trabalhar e estudar, elas dedicam em média 9 horas e 2 minutos por dia a tarefas de cuidado, que envolvem a casa, o preparo das refeições e apoio aos filhos e outros membros da família. É entre uma tarefa e outra, nessa rotina apertada, que elas consomem conteúdo que responde dúvidas, interesses e necessidades do dia a dia.
E o que elas procuram nos vídeos? Segundo dados do Passion Map, ferramenta que mapeia os territórios de paixão das brasileiras no YouTube, com apoio do Gemini, o consumo de conteúdo feminino tem dois grandes momentos, um de Amplitude e outro de Profundidade, e cada um está associado a determinadas necessidades.
Nos momentos chamados de Amplitude, elas buscam um tipo de conteúdo que cumpre o papel de descoberta. Seriam, então, vídeos curtos, virais ou de consumo rápido, que ampliam repertório e atendem a intervalos menores no dia.
Aqui entram as categorias:
- Crafts & DIY
- Sketches de humor
- Tutoriais e dicas
- Séries coreanas
- Maquiagem e cabelo
Já nos momentos de Profundidade, a busca é por imersão, explicação e conexão emocional.
Aqui, ganham espaço as categorias:
- TV e novelas
- Filmes e séries
- Wellness
- Podcasts e videocasts
- Pintura e desenho
Para esses momentos, conversas longas em podcasts e mesacasts, por exemplo, ganham espaço. Os temas, em geral, estão relacionados a saúde mental, maternidade, relações, carreira e cultura pop.
Como é a relação das brasileiras com o YouTube
Segundo o levantamento, o YouTube é visto pelas mulheres como 70% mais confiável do que outras redes, o que ganha importância considerando que a maioria das decisões de compra relacionadas ao lar — oito em cada dez categorias — é tomada por elas.
Ele é também avaliado como 38% mais seguro que outras plataformas sociais para assuntos íntimos. O relatório alerta que esse dado importa especialmente porque 58% do interesse feminino na plataforma está concentrado em temas que exigem cuidado, como saúde e bem-estar, maternidade e família e religião.
Alguns exemplos são o vídeo “como lavar o nariz de um recém-nascido”, que tem mais de 900 mil visualizações, e treinos curtos desenvolvidos para mulheres com pouco tempo, que somam mais de 12 milhões de views.
Outro dado trazido pelo estudo é que 68% das mulheres associam a plataforma a conteúdos profundos. É o dobro da proporção observada em outras redes sociais.
Como as marcas podem falar com as mulheres no YouTube
Para marcas que querem se integrar à rotina dessas mulheres, o Google oferece 4 insights.
1. Invista em conteúdos aprofundados
Podcasts e mesacasts com especialistas, tutoriais detalhados e séries informativas em wellness, casa, finanças, maternidade e habilidades práticas geram lealdade, ajudam a construir autoridade e acompanham as mulheres quando elas buscam respostas confiáveis.
2. Ganhe alcance com conteúdo rápido
Pensando naqueles intervalos curtos do dia, vale a pena considerar vídeos rápidos, leves e visuais e campanhas pensadas para descoberta e viralização. Segundo o Google, esses territórios funcionam especialmente bem para expandir a audiência e gerar familiaridade.
3. Construa confiança, o atributo que diferencia
Como o YouTube é percebido como 70% mais confiável e 38% mais seguro do que outras redes e 58% do interesse feminino está em temas sensíveis como saúde, bem-estar, maternidade e religião, a dica é desenvolver conteúdo baseado em evidências, fazer parcerias com especialistas reconhecidos e investir em narrativas que acolhem, esclarecem e não simplificam temas complexos.
4. Considere jornadas diferentes e simultâneas
Como a mulher brasileira transita entre descoberta rápida e imersão profunda, vale a pena considerar a integração de formatos curtos e longos, seguindo o tempo real da audiência e fazendo segmentação por momentos de aprendizado, descanso, busca prática, inspiração, por exemplo.
Femininos Plurais: como as mulheres utilizam o YouTube no Brasil
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Fernanda Bottoni - UOL para Marcas
As mulheres brasileiras administram carreira, casa e família e ainda assim encontram formas de se conectar com conteúdos para ampliar seu repertório, aprofundar conhecimento e encontrar apoio. E o YouTube se tornou um aliado importante nessa rotina. É isso o que indica o estudo Femininos Plurais, realizado pelo Google com dados de consumo do YouTube e insights da Offerwise e da consultoria de conteúdo estratégico Na Rua.
Como as brasileiras utilizam o YouTube
A rotina das mulheres brasileiras é extremamente fragmentada. Além de trabalhar e estudar, elas dedicam em média 9 horas e 2 minutos por dia a tarefas de cuidado, que envolvem a casa, o preparo das refeições e apoio aos filhos e outros membros da família. É entre uma tarefa e outra, nessa rotina apertada, que elas consomem conteúdo que responde dúvidas, interesses e necessidades do dia a dia.
E o que elas procuram nos vídeos? Segundo dados do Passion Map, ferramenta que mapeia os territórios de paixão das brasileiras no YouTube, com apoio do Gemini, o consumo de conteúdo feminino tem dois grandes momentos, um de Amplitude e outro de Profundidade, e cada um está associado a determinadas necessidades.
Nos momentos chamados de Amplitude, elas buscam um tipo de conteúdo que cumpre o papel de descoberta. Seriam, então, vídeos curtos, virais ou de consumo rápido, que ampliam repertório e atendem a intervalos menores no dia.
Aqui entram as categorias:
- Crafts & DIY
- Sketches de humor
- Tutoriais e dicas
- Séries coreanas
- Maquiagem e cabelo
Já nos momentos de Profundidade, a busca é por imersão, explicação e conexão emocional.
Aqui, ganham espaço as categorias:
- TV e novelas
- Filmes e séries
- Wellness
- Podcasts e videocasts
- Pintura e desenho
Para esses momentos, conversas longas em podcasts e mesacasts, por exemplo, ganham espaço. Os temas, em geral, estão relacionados a saúde mental, maternidade, relações, carreira e cultura pop.
Como é a relação das brasileiras com o YouTube
Segundo o levantamento, o YouTube é visto pelas mulheres como 70% mais confiável do que outras redes, o que ganha importância considerando que a maioria das decisões de compra relacionadas ao lar — oito em cada dez categorias — é tomada por elas.
Ele é também avaliado como 38% mais seguro que outras plataformas sociais para assuntos íntimos. O relatório alerta que esse dado importa especialmente porque 58% do interesse feminino na plataforma está concentrado em temas que exigem cuidado, como saúde e bem-estar, maternidade e família e religião.
Alguns exemplos são o vídeo “como lavar o nariz de um recém-nascido”, que tem mais de 900 mil visualizações, e treinos curtos desenvolvidos para mulheres com pouco tempo, que somam mais de 12 milhões de views.
Outro dado trazido pelo estudo é que 68% das mulheres associam a plataforma a conteúdos profundos. É o dobro da proporção observada em outras redes sociais.
Como as marcas podem falar com as mulheres no YouTube
Para marcas que querem se integrar à rotina dessas mulheres, o Google oferece 4 insights.
1. Invista em conteúdos aprofundados
Podcasts e mesacasts com especialistas, tutoriais detalhados e séries informativas em wellness, casa, finanças, maternidade e habilidades práticas geram lealdade, ajudam a construir autoridade e acompanham as mulheres quando elas buscam respostas confiáveis.
2. Ganhe alcance com conteúdo rápido
Pensando naqueles intervalos curtos do dia, vale a pena considerar vídeos rápidos, leves e visuais e campanhas pensadas para descoberta e viralização. Segundo o Google, esses territórios funcionam especialmente bem para expandir a audiência e gerar familiaridade.
3. Construa confiança, o atributo que diferencia
Como o YouTube é percebido como 70% mais confiável e 38% mais seguro do que outras redes e 58% do interesse feminino está em temas sensíveis como saúde, bem-estar, maternidade e religião, a dica é desenvolver conteúdo baseado em evidências, fazer parcerias com especialistas reconhecidos e investir em narrativas que acolhem, esclarecem e não simplificam temas complexos.
4. Considere jornadas diferentes e simultâneas
Como a mulher brasileira transita entre descoberta rápida e imersão profunda, vale a pena considerar a integração de formatos curtos e longos, seguindo o tempo real da audiência e fazendo segmentação por momentos de aprendizado, descanso, busca prática, inspiração, por exemplo.
Femininos Plurais: como as mulheres utilizam o YouTube no Brasil
Freepik

Fernanda Bottoni - UOL para Marcas
As mulheres brasileiras administram carreira, casa e família e ainda assim encontram formas de se conectar com conteúdos para ampliar seu repertório, aprofundar conhecimento e encontrar apoio. E o YouTube se tornou um aliado importante nessa rotina. É isso o que indica o estudo Femininos Plurais, realizado pelo Google com dados de consumo do YouTube e insights da Offerwise e da consultoria de conteúdo estratégico Na Rua.
Como as brasileiras utilizam o YouTube
A rotina das mulheres brasileiras é extremamente fragmentada. Além de trabalhar e estudar, elas dedicam em média 9 horas e 2 minutos por dia a tarefas de cuidado, que envolvem a casa, o preparo das refeições e apoio aos filhos e outros membros da família. É entre uma tarefa e outra, nessa rotina apertada, que elas consomem conteúdo que responde dúvidas, interesses e necessidades do dia a dia.
E o que elas procuram nos vídeos? Segundo dados do Passion Map, ferramenta que mapeia os territórios de paixão das brasileiras no YouTube, com apoio do Gemini, o consumo de conteúdo feminino tem dois grandes momentos, um de Amplitude e outro de Profundidade, e cada um está associado a determinadas necessidades.
Nos momentos chamados de Amplitude, elas buscam um tipo de conteúdo que cumpre o papel de descoberta. Seriam, então, vídeos curtos, virais ou de consumo rápido, que ampliam repertório e atendem a intervalos menores no dia.
Aqui entram as categorias:
- Crafts & DIY
- Sketches de humor
- Tutoriais e dicas
- Séries coreanas
- Maquiagem e cabelo
Já nos momentos de Profundidade, a busca é por imersão, explicação e conexão emocional.
Aqui, ganham espaço as categorias:
- TV e novelas
- Filmes e séries
- Wellness
- Podcasts e videocasts
- Pintura e desenho
Para esses momentos, conversas longas em podcasts e mesacasts, por exemplo, ganham espaço. Os temas, em geral, estão relacionados a saúde mental, maternidade, relações, carreira e cultura pop.
Como é a relação das brasileiras com o YouTube
Segundo o levantamento, o YouTube é visto pelas mulheres como 70% mais confiável do que outras redes, o que ganha importância considerando que a maioria das decisões de compra relacionadas ao lar — oito em cada dez categorias — é tomada por elas.
Ele é também avaliado como 38% mais seguro que outras plataformas sociais para assuntos íntimos. O relatório alerta que esse dado importa especialmente porque 58% do interesse feminino na plataforma está concentrado em temas que exigem cuidado, como saúde e bem-estar, maternidade e família e religião.
Alguns exemplos são o vídeo “como lavar o nariz de um recém-nascido”, que tem mais de 900 mil visualizações, e treinos curtos desenvolvidos para mulheres com pouco tempo, que somam mais de 12 milhões de views.
Outro dado trazido pelo estudo é que 68% das mulheres associam a plataforma a conteúdos profundos. É o dobro da proporção observada em outras redes sociais.
Como as marcas podem falar com as mulheres no YouTube
Para marcas que querem se integrar à rotina dessas mulheres, o Google oferece 4 insights.
1. Invista em conteúdos aprofundados
Podcasts e mesacasts com especialistas, tutoriais detalhados e séries informativas em wellness, casa, finanças, maternidade e habilidades práticas geram lealdade, ajudam a construir autoridade e acompanham as mulheres quando elas buscam respostas confiáveis.
2. Ganhe alcance com conteúdo rápido
Pensando naqueles intervalos curtos do dia, vale a pena considerar vídeos rápidos, leves e visuais e campanhas pensadas para descoberta e viralização. Segundo o Google, esses territórios funcionam especialmente bem para expandir a audiência e gerar familiaridade.
3. Construa confiança, o atributo que diferencia
Como o YouTube é percebido como 70% mais confiável e 38% mais seguro do que outras redes e 58% do interesse feminino está em temas sensíveis como saúde, bem-estar, maternidade e religião, a dica é desenvolver conteúdo baseado em evidências, fazer parcerias com especialistas reconhecidos e investir em narrativas que acolhem, esclarecem e não simplificam temas complexos.
4. Considere jornadas diferentes e simultâneas
Como a mulher brasileira transita entre descoberta rápida e imersão profunda, vale a pena considerar a integração de formatos curtos e longos, seguindo o tempo real da audiência e fazendo segmentação por momentos de aprendizado, descanso, busca prática, inspiração, por exemplo.
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