Kantar BrandZ: Super Bowl é uma das marcas mais poderosas dos EUA
Freepik

Fernanda Bottoni - UOL para Marcas
Alguns dias antes de o Seattle Seahawks vencer o New England Patriots no Super Bowl LX, Martin Guerrieria, Head da Kantar BrandZ, publicou um artigo explicando a relevância da marca do evento esportivo para os EUA. No final do texto, ele afirmou que, no domingo, milhões de pessoas não estariam apenas assistindo a uma partida de futebol americano, mas participando de uma das experiências de marca mais “Meaningfully Different” nos EUA e em todo o mundo.
Naquele momento, ele não podia prever o quanto a experiência seria surpreendente, não apenas para os EUA, mas para o mundo todo, que não parou de reverberar a atuação de Bad Bunny no show do intervalo. Mas a análise que ele faz da marca Super Bowl nos EUA ajuda a entender por que a performance teve tanta repercussão.
Uma das marcas mais poderosas e culturalmente relevantes dos EUA
No texto, Guerrieria destaca que o Super Bowl é uma das marcas mais poderosas e culturalmente relevantes dos EUA, com significado que vai além do esporte. A análise utiliza o framework da BrandZ que avalia três pilares: Significado (Meaningful), Diferença (Different) e Saliência (Salience, termo técnico que considera a facilidade de a marca vir à mente dos consumidores).
Nos EUA, o evento ocupa o topo do ranking de “Demand Power”, que resume o valor atual da marca. Além disso, demonstra forte “Future Power”, indicando continuidade em vez de declínio, algo incomum em marcas consolidadas.
O Super Bowl fica no percentil 90 ou acima em Significado e Saliência em comparação com todas as outras marcas que estão no banco de dados da Kantar.
O que motiva a conexão dos fãs do Super Bowl nos EUA
A conexão dos fãs é impulsionada por atributos que unem excelência funcional com valor emocional. Guerrieria aponta três pilares fundamentais dessa conexão.
- Liderança funcional: proporcionar a melhor experiência de visualização esportiva.
- Acessibilidade: ser fácil de acompanhar, o que reduz barreiras para novos públicos.
- Investimento emocional: apresentar atletas com os quais o público genuinamente se importa.
Como explica o especialista, o Super Bowl não é apenas “assistido”, ele é vivenciado como um ritual social compartilhado, dominando atributos de capital social, como o desejo de “ser visto assistindo” e a capacidade de unir as pessoas e gerar o maior “buzz” no momento do evento.
Mais do que esporte, uma plataforma cultural
Por fim, o Super Bowl se comporta como uma marca de elite por sua capacidade de expansão. Ele consegue ser, simultaneamente, o ápice do futebol americano, a maior noite da publicidade mundial, um festival de música e um marco social.
Essas “camadas de experiência” criam múltiplos pontos de entrada para diversos públicos sem diluir a promessa central da marca, que é ser o ápice do futebol americano. Em vez de se perder ao tentar agradar a todos, o Super Bowl utiliza essa pluralidade para aprofundar a conexão emocional e consolidar sua diferença significativa no mercado global.
Kantar BrandZ: Super Bowl é uma das marcas mais poderosas dos EUA
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Fernanda Bottoni - UOL para Marcas
Alguns dias antes de o Seattle Seahawks vencer o New England Patriots no Super Bowl LX, Martin Guerrieria, Head da Kantar BrandZ, publicou um artigo explicando a relevância da marca do evento esportivo para os EUA. No final do texto, ele afirmou que, no domingo, milhões de pessoas não estariam apenas assistindo a uma partida de futebol americano, mas participando de uma das experiências de marca mais “Meaningfully Different” nos EUA e em todo o mundo.
Naquele momento, ele não podia prever o quanto a experiência seria surpreendente, não apenas para os EUA, mas para o mundo todo, que não parou de reverberar a atuação de Bad Bunny no show do intervalo. Mas a análise que ele faz da marca Super Bowl nos EUA ajuda a entender por que a performance teve tanta repercussão.
Uma das marcas mais poderosas e culturalmente relevantes dos EUA
No texto, Guerrieria destaca que o Super Bowl é uma das marcas mais poderosas e culturalmente relevantes dos EUA, com significado que vai além do esporte. A análise utiliza o framework da BrandZ que avalia três pilares: Significado (Meaningful), Diferença (Different) e Saliência (Salience, termo técnico que considera a facilidade de a marca vir à mente dos consumidores).
Nos EUA, o evento ocupa o topo do ranking de “Demand Power”, que resume o valor atual da marca. Além disso, demonstra forte “Future Power”, indicando continuidade em vez de declínio, algo incomum em marcas consolidadas.
O Super Bowl fica no percentil 90 ou acima em Significado e Saliência em comparação com todas as outras marcas que estão no banco de dados da Kantar.
O que motiva a conexão dos fãs do Super Bowl nos EUA
A conexão dos fãs é impulsionada por atributos que unem excelência funcional com valor emocional. Guerrieria aponta três pilares fundamentais dessa conexão.
- Liderança funcional: proporcionar a melhor experiência de visualização esportiva.
- Acessibilidade: ser fácil de acompanhar, o que reduz barreiras para novos públicos.
- Investimento emocional: apresentar atletas com os quais o público genuinamente se importa.
Como explica o especialista, o Super Bowl não é apenas “assistido”, ele é vivenciado como um ritual social compartilhado, dominando atributos de capital social, como o desejo de “ser visto assistindo” e a capacidade de unir as pessoas e gerar o maior “buzz” no momento do evento.
Mais do que esporte, uma plataforma cultural
Por fim, o Super Bowl se comporta como uma marca de elite por sua capacidade de expansão. Ele consegue ser, simultaneamente, o ápice do futebol americano, a maior noite da publicidade mundial, um festival de música e um marco social.
Essas “camadas de experiência” criam múltiplos pontos de entrada para diversos públicos sem diluir a promessa central da marca, que é ser o ápice do futebol americano. Em vez de se perder ao tentar agradar a todos, o Super Bowl utiliza essa pluralidade para aprofundar a conexão emocional e consolidar sua diferença significativa no mercado global.
Kantar BrandZ: Super Bowl é uma das marcas mais poderosas dos EUA
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Fernanda Bottoni - UOL para Marcas
Alguns dias antes de o Seattle Seahawks vencer o New England Patriots no Super Bowl LX, Martin Guerrieria, Head da Kantar BrandZ, publicou um artigo explicando a relevância da marca do evento esportivo para os EUA. No final do texto, ele afirmou que, no domingo, milhões de pessoas não estariam apenas assistindo a uma partida de futebol americano, mas participando de uma das experiências de marca mais “Meaningfully Different” nos EUA e em todo o mundo.
Naquele momento, ele não podia prever o quanto a experiência seria surpreendente, não apenas para os EUA, mas para o mundo todo, que não parou de reverberar a atuação de Bad Bunny no show do intervalo. Mas a análise que ele faz da marca Super Bowl nos EUA ajuda a entender por que a performance teve tanta repercussão.
Uma das marcas mais poderosas e culturalmente relevantes dos EUA
No texto, Guerrieria destaca que o Super Bowl é uma das marcas mais poderosas e culturalmente relevantes dos EUA, com significado que vai além do esporte. A análise utiliza o framework da BrandZ que avalia três pilares: Significado (Meaningful), Diferença (Different) e Saliência (Salience, termo técnico que considera a facilidade de a marca vir à mente dos consumidores).
Nos EUA, o evento ocupa o topo do ranking de “Demand Power”, que resume o valor atual da marca. Além disso, demonstra forte “Future Power”, indicando continuidade em vez de declínio, algo incomum em marcas consolidadas.
O Super Bowl fica no percentil 90 ou acima em Significado e Saliência em comparação com todas as outras marcas que estão no banco de dados da Kantar.
O que motiva a conexão dos fãs do Super Bowl nos EUA
A conexão dos fãs é impulsionada por atributos que unem excelência funcional com valor emocional. Guerrieria aponta três pilares fundamentais dessa conexão.
- Liderança funcional: proporcionar a melhor experiência de visualização esportiva.
- Acessibilidade: ser fácil de acompanhar, o que reduz barreiras para novos públicos.
- Investimento emocional: apresentar atletas com os quais o público genuinamente se importa.
Como explica o especialista, o Super Bowl não é apenas “assistido”, ele é vivenciado como um ritual social compartilhado, dominando atributos de capital social, como o desejo de “ser visto assistindo” e a capacidade de unir as pessoas e gerar o maior “buzz” no momento do evento.
Mais do que esporte, uma plataforma cultural
Por fim, o Super Bowl se comporta como uma marca de elite por sua capacidade de expansão. Ele consegue ser, simultaneamente, o ápice do futebol americano, a maior noite da publicidade mundial, um festival de música e um marco social.
Essas “camadas de experiência” criam múltiplos pontos de entrada para diversos públicos sem diluir a promessa central da marca, que é ser o ápice do futebol americano. Em vez de se perder ao tentar agradar a todos, o Super Bowl utiliza essa pluralidade para aprofundar a conexão emocional e consolidar sua diferença significativa no mercado global.
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