Brainstorm|8 jan, 2026|

5 lições da Euro Feminina para a Copa do Mundo 2026

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Fernanda Bottoni - UOL para Marcas

A Euro Feminina 2025 quebrou recordes de público e audiência. No geral, esta edição teve 12% mais fãs acompanhando o torneio do que havia em 2022. No Reino Unido, o aumento foi de 29%. Segundo a GWI, a competição entrega algumas lições importantes que podem ser aplicadas à Copa do Mundo 2026.

Copa do Mundo 2026: o que podemos aprender com a Euro Feminina

Confira a seguir os cinco aprendizados que a empresa de pesquisa destaca.

1. Mais homens do que mulheres assistiram à competição

Apesar do engajamento feminino com a Euro Feminina ter aumentado 20% na Europa desde 2021, mais torcedores homens do que mulheres assistiram ao torneio pela TV. Eles foram 48% contra 45% de torcedoras. Além disso, 33% dos homens acompanharam o torneio assistindo aos melhores momentos e análises pós-jogo na TV ou online. Entre as mulheres, o índice foi de 30%.

Segundo a GWI, a lição é usar dados – e não achismos – para entender os movimentos. Como exemplo, ela destaca que embora Cingapura não esteja representada em campo, mais consumidores de lá estão empolgados com a Copa do Mundo de 2026 do que na Austrália. “Para as marcas, isso é um sinal para olhar além das bases de fãs óbvias, entender quem realmente está assistindo, engajar públicos apaixonados em lugares surpreendentes e ajustar a estratégia de mídia para conexões mais profundas”, afirma.

2. O torneio apresentou o jogo a novos públicos

Depois da Euro Feminina, 52% dos fãs europeus querem ver mais cobertura da mídia sobre o futebol feminino como um todo.

Para a empresa de pesquisa, isso indica que a competição apresentou novos públicos ao futebol — e eles não vão embora tão cedo. Entre os fãs da Euro Feminina, 65% dizem que vão se envolver mais com a Copa de 2026 do que fizeram em 2022. E eles representam apenas um dos novos perfis de público.

Marcas que entenderem quem são esses fãs, o que move sua paixão e como seu engajamento está evoluindo podem criar campanhas direcionadas que transformam espectadores ocasionais em apoiadores de longa data.

3. Mulheres são mais engajadas

A GWI destaca ainda que apesar de as fãs da Euro Feminina terem uma participação menor na audiência, elas se envolvem mais com a cultura ao redor da competição. Comparadas aos fãs da versão masculina, as mulheres mostram um engajamento mais profundo em múltiplos canais. Por exemplo, elas têm mais probabilidade de ouvir podcasts, comprar produtos oficiais e assistir a conteúdo nas redes sociais. Além disso, elas tendem a interagir mais com patrocinadores do torneio, como Just Eat e Lidl.

A empresa afirma que é importante saber quais públicos estão mais envolvidos com o burburinho em torno da Copa e entender as nuances da sua interação com os patrocinadores. Diz ainda que homens fãs da Copa têm mais probabilidade de se engajar com o McDonald’s, enquanto torcedoras mulheres têm 10% mais probabilidade de se engajar com a Unilever. A dica é compreender como esses fãs consomem mídia e interagem com marcas para desbloquear patrocínios mais inteligentes e efetivos.

4. Redes sociais foram um canal-chave para o engajamento das mulheres com a Euro

Enquanto caminhos tradicionais — como melhores momentos e páginas de esportes — mantiveram os homens engajados, 23% das fãs mulheres disseram ter usado as redes sociais para receber atualizações ao vivo da Euro Feminina.

Entre os entusiastas da Copa, 71% acreditam que as redes sociais são uma fonte importante de informação para buscar conteúdos esportivos. A dica é conhecer os hábitos sociais da sua audiência para gerar engajamento nesse ponto de contato que é essencial. Segundo a pesquisa, as plataformas mais usadas pelos fãs para acompanhar seus esportes favoritos são TikTok, X e YouTube.

5. Assistir junto impulsiona o engajamento

Mulheres fãs da Euro Feminina têm mais probabilidade de assistir aos jogos com amigos, família ou colegas do que os fãs homens. Essa informação é especialmente relevante porque quem assiste esportes em situações sociais tende a estar mais engajado no momento.

Isso pode significar que espectadores sociais da Copa sejam mais propensos a organizar o dia em torno da competição e a se empolgar com o torneio. Segundo a pesquisa, aqueles que veem a Copa como um evento social têm 31% mais probabilidade do que o espectador médio de buscar informações sobre produtos anunciados na TV — e 38% mais probabilidade de discutir os anúncios com quem está assistindo junto.

A dica é entender o ambiente de visualização para entregar a mensagem certa na hora certa. “Quando as marcas conhecem o contexto, conseguem dominar o momento”, ressalta a GWI.

O UOL conecta cada pessoa ao seu universo e cada marca ao seu target

Brainstorm|8 jan, 2026|

5 lições da Euro Feminina para a Copa do Mundo 2026

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Fernanda Bottoni - UOL para Marcas

A Euro Feminina 2025 quebrou recordes de público e audiência. No geral, esta edição teve 12% mais fãs acompanhando o torneio do que havia em 2022. No Reino Unido, o aumento foi de 29%. Segundo a GWI, a competição entrega algumas lições importantes que podem ser aplicadas à Copa do Mundo 2026.

Copa do Mundo 2026: o que podemos aprender com a Euro Feminina

Confira a seguir os cinco aprendizados que a empresa de pesquisa destaca.

1. Mais homens do que mulheres assistiram à competição

Apesar do engajamento feminino com a Euro Feminina ter aumentado 20% na Europa desde 2021, mais torcedores homens do que mulheres assistiram ao torneio pela TV. Eles foram 48% contra 45% de torcedoras. Além disso, 33% dos homens acompanharam o torneio assistindo aos melhores momentos e análises pós-jogo na TV ou online. Entre as mulheres, o índice foi de 30%.

Segundo a GWI, a lição é usar dados – e não achismos – para entender os movimentos. Como exemplo, ela destaca que embora Cingapura não esteja representada em campo, mais consumidores de lá estão empolgados com a Copa do Mundo de 2026 do que na Austrália. “Para as marcas, isso é um sinal para olhar além das bases de fãs óbvias, entender quem realmente está assistindo, engajar públicos apaixonados em lugares surpreendentes e ajustar a estratégia de mídia para conexões mais profundas”, afirma.

2. O torneio apresentou o jogo a novos públicos

Depois da Euro Feminina, 52% dos fãs europeus querem ver mais cobertura da mídia sobre o futebol feminino como um todo.

Para a empresa de pesquisa, isso indica que a competição apresentou novos públicos ao futebol — e eles não vão embora tão cedo. Entre os fãs da Euro Feminina, 65% dizem que vão se envolver mais com a Copa de 2026 do que fizeram em 2022. E eles representam apenas um dos novos perfis de público.

Marcas que entenderem quem são esses fãs, o que move sua paixão e como seu engajamento está evoluindo podem criar campanhas direcionadas que transformam espectadores ocasionais em apoiadores de longa data.

3. Mulheres são mais engajadas

A GWI destaca ainda que apesar de as fãs da Euro Feminina terem uma participação menor na audiência, elas se envolvem mais com a cultura ao redor da competição. Comparadas aos fãs da versão masculina, as mulheres mostram um engajamento mais profundo em múltiplos canais. Por exemplo, elas têm mais probabilidade de ouvir podcasts, comprar produtos oficiais e assistir a conteúdo nas redes sociais. Além disso, elas tendem a interagir mais com patrocinadores do torneio, como Just Eat e Lidl.

A empresa afirma que é importante saber quais públicos estão mais envolvidos com o burburinho em torno da Copa e entender as nuances da sua interação com os patrocinadores. Diz ainda que homens fãs da Copa têm mais probabilidade de se engajar com o McDonald’s, enquanto torcedoras mulheres têm 10% mais probabilidade de se engajar com a Unilever. A dica é compreender como esses fãs consomem mídia e interagem com marcas para desbloquear patrocínios mais inteligentes e efetivos.

4. Redes sociais foram um canal-chave para o engajamento das mulheres com a Euro

Enquanto caminhos tradicionais — como melhores momentos e páginas de esportes — mantiveram os homens engajados, 23% das fãs mulheres disseram ter usado as redes sociais para receber atualizações ao vivo da Euro Feminina.

Entre os entusiastas da Copa, 71% acreditam que as redes sociais são uma fonte importante de informação para buscar conteúdos esportivos. A dica é conhecer os hábitos sociais da sua audiência para gerar engajamento nesse ponto de contato que é essencial. Segundo a pesquisa, as plataformas mais usadas pelos fãs para acompanhar seus esportes favoritos são TikTok, X e YouTube.

5. Assistir junto impulsiona o engajamento

Mulheres fãs da Euro Feminina têm mais probabilidade de assistir aos jogos com amigos, família ou colegas do que os fãs homens. Essa informação é especialmente relevante porque quem assiste esportes em situações sociais tende a estar mais engajado no momento.

Isso pode significar que espectadores sociais da Copa sejam mais propensos a organizar o dia em torno da competição e a se empolgar com o torneio. Segundo a pesquisa, aqueles que veem a Copa como um evento social têm 31% mais probabilidade do que o espectador médio de buscar informações sobre produtos anunciados na TV — e 38% mais probabilidade de discutir os anúncios com quem está assistindo junto.

A dica é entender o ambiente de visualização para entregar a mensagem certa na hora certa. “Quando as marcas conhecem o contexto, conseguem dominar o momento”, ressalta a GWI.

O UOL conecta cada pessoa ao seu universo e cada marca ao seu target

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5 lições da Euro Feminina para a Copa do Mundo 2026

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Fernanda Bottoni - UOL para Marcas

A Euro Feminina 2025 quebrou recordes de público e audiência. No geral, esta edição teve 12% mais fãs acompanhando o torneio do que havia em 2022. No Reino Unido, o aumento foi de 29%. Segundo a GWI, a competição entrega algumas lições importantes que podem ser aplicadas à Copa do Mundo 2026.

Copa do Mundo 2026: o que podemos aprender com a Euro Feminina

Confira a seguir os cinco aprendizados que a empresa de pesquisa destaca.

1. Mais homens do que mulheres assistiram à competição

Apesar do engajamento feminino com a Euro Feminina ter aumentado 20% na Europa desde 2021, mais torcedores homens do que mulheres assistiram ao torneio pela TV. Eles foram 48% contra 45% de torcedoras. Além disso, 33% dos homens acompanharam o torneio assistindo aos melhores momentos e análises pós-jogo na TV ou online. Entre as mulheres, o índice foi de 30%.

Segundo a GWI, a lição é usar dados – e não achismos – para entender os movimentos. Como exemplo, ela destaca que embora Cingapura não esteja representada em campo, mais consumidores de lá estão empolgados com a Copa do Mundo de 2026 do que na Austrália. “Para as marcas, isso é um sinal para olhar além das bases de fãs óbvias, entender quem realmente está assistindo, engajar públicos apaixonados em lugares surpreendentes e ajustar a estratégia de mídia para conexões mais profundas”, afirma.

2. O torneio apresentou o jogo a novos públicos

Depois da Euro Feminina, 52% dos fãs europeus querem ver mais cobertura da mídia sobre o futebol feminino como um todo.

Para a empresa de pesquisa, isso indica que a competição apresentou novos públicos ao futebol — e eles não vão embora tão cedo. Entre os fãs da Euro Feminina, 65% dizem que vão se envolver mais com a Copa de 2026 do que fizeram em 2022. E eles representam apenas um dos novos perfis de público.

Marcas que entenderem quem são esses fãs, o que move sua paixão e como seu engajamento está evoluindo podem criar campanhas direcionadas que transformam espectadores ocasionais em apoiadores de longa data.

3. Mulheres são mais engajadas

A GWI destaca ainda que apesar de as fãs da Euro Feminina terem uma participação menor na audiência, elas se envolvem mais com a cultura ao redor da competição. Comparadas aos fãs da versão masculina, as mulheres mostram um engajamento mais profundo em múltiplos canais. Por exemplo, elas têm mais probabilidade de ouvir podcasts, comprar produtos oficiais e assistir a conteúdo nas redes sociais. Além disso, elas tendem a interagir mais com patrocinadores do torneio, como Just Eat e Lidl.

A empresa afirma que é importante saber quais públicos estão mais envolvidos com o burburinho em torno da Copa e entender as nuances da sua interação com os patrocinadores. Diz ainda que homens fãs da Copa têm mais probabilidade de se engajar com o McDonald’s, enquanto torcedoras mulheres têm 10% mais probabilidade de se engajar com a Unilever. A dica é compreender como esses fãs consomem mídia e interagem com marcas para desbloquear patrocínios mais inteligentes e efetivos.

4. Redes sociais foram um canal-chave para o engajamento das mulheres com a Euro

Enquanto caminhos tradicionais — como melhores momentos e páginas de esportes — mantiveram os homens engajados, 23% das fãs mulheres disseram ter usado as redes sociais para receber atualizações ao vivo da Euro Feminina.

Entre os entusiastas da Copa, 71% acreditam que as redes sociais são uma fonte importante de informação para buscar conteúdos esportivos. A dica é conhecer os hábitos sociais da sua audiência para gerar engajamento nesse ponto de contato que é essencial. Segundo a pesquisa, as plataformas mais usadas pelos fãs para acompanhar seus esportes favoritos são TikTok, X e YouTube.

5. Assistir junto impulsiona o engajamento

Mulheres fãs da Euro Feminina têm mais probabilidade de assistir aos jogos com amigos, família ou colegas do que os fãs homens. Essa informação é especialmente relevante porque quem assiste esportes em situações sociais tende a estar mais engajado no momento.

Isso pode significar que espectadores sociais da Copa sejam mais propensos a organizar o dia em torno da competição e a se empolgar com o torneio. Segundo a pesquisa, aqueles que veem a Copa como um evento social têm 31% mais probabilidade do que o espectador médio de buscar informações sobre produtos anunciados na TV — e 38% mais probabilidade de discutir os anúncios com quem está assistindo junto.

A dica é entender o ambiente de visualização para entregar a mensagem certa na hora certa. “Quando as marcas conhecem o contexto, conseguem dominar o momento”, ressalta a GWI.

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