Networking|27 nov, 2025|

Caboré 2025: inovação e diversidade caminham lado a lado, afirma Camila Novaes, da Visa

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Débora Yuri - UOL para Marcas

Para a finalista do Caboré 2025 como Profissional de Inovação, o ano combinou Marisa Monte, ativismo pela Amazônia, novidades voltadas ao segmento de alta renda e marcos em inclusão. Além disso, o foco esteve no uso inteligente de dados para criar campanhas relevantes, conta Camila Novaes, diretora de marketing da Visa do Brasil. 

Em entrevista e vídeo, a executiva aponta como principal tendência para 2026 a hiperpersonalização impulsionada por agentes autônomos de IA. Confira mais um capítulo da série do UOL para Marcas com indicados à premiação desta temporada. 

Quais foram os projetos mais importantes que você comandou neste ano? Por que eles foram especiais? 

Este ano foi marado por desafios e conquistas muito especiais. Assumi ações estratégicas com bancos públicos, liderando projetos de patrocínio que tiveram grande impacto. Um deles, o Global C, foi especialmente significativo por seu foco em ativismo pela Amazônia, uma causa que me inspira e que mobilizou nosso time em prol de algo maior. 

Outro projeto que guardo com carinho é a turnê da Marisa Monte. Como fã, é uma experiência única poder desenhar toda a jornada de um patrocínio, tendo o cartão como meio de conexão entre marca e público. Além disso, lançamos, eu e minha equipe, diversas promoções, ações e produtos voltados para o segmento de alta renda, além do desenho e execução de uma estratégia de redes socias. 

Foram iniciativas grandes e estratégicas, fundamentais para o posicionamento das marcas e para o momento de cada emissor com quem trabalhamos. Por fim, destaco um marco em inclusão: acompanhar a formatura de parte dos alunos do programa de bolsas em parceria com a FGV. Ver mais profissionais negros e negras ingressando no mercado é motivo de orgulho e reforça meu compromisso e o da Visa com a inclusão. 

Para você, o que os três indicados ao Caboré 2025 na categoria Profissional de Inovação têm em comum? 

O que nos une é a capacidade de representar a interseccionalidade e a diversidade do Brasil. Ser indicado ao Caboré, para nós três, foi uma honra inesperada e um reconhecimento valioso do mercado, ao qual somos muito gratos. Cada um dos indicados, à sua maneira, está reinventando a indústria. Alexandre (Kavinski, da WPP Media Services), por exemplo, lidera a transformação da mídia com IA, enquanto Ana (Paula Passarelli, da Brunch) está revolucionando o universo dos criadores de conteúdo. Juntos, somos prova viva de que inovação e diversidade caminham lado a lado. 

Qual foi o maior insight que você teve em 2025? Como ele surgiu? 

O maior insight de 2025 foi perceber que a verdadeira inovação nasce da escuta ativa e da colaboração entre diferentes perspectivas. Esse entendimento surgiu ao acompanhar projetos multidisciplinares, em que a troca entre pessoas de diferentes origens e experiências gerou soluções muito mais criativas e relevantes ao negócio do que qualquer ideia isolada. 

Qual é o presente da inovação? E o futuro? 

Hoje, inovação significa hiperpersonalização e uso inteligente de dados para criar campanhas cada vez mais relevantes. O futuro, sem dúvida, será marcado pela atuação de agentes de IA, que vão potencializar essa hiperpersonalização e transformar a forma como nos relacionamos com marcas e produtos. E mais: acredito em um futuro com ainda mais representatividade e presença de profissionais negros e negras em posições estratégicas no nosso mercado. 

Quais tendências ligadas à inovação você destaca para 2026?  

A principal tendência é a hiperpersonalização impulsionada por agentes de IA autônomos. Uma pesquisa recente da Visa (US Consumer Agentic Ecommerce Survey, de fevereiro de 2025) mostrou que 66% dos consumidores haviam usado IA nos últimos três meses, e 47% tinham interesse em usar agentes para compras. Imagine poder contar com um agente inteligente para realizar suas compras de forma personalizada e eficiente. Esse é o futuro que já começa a se desenhar.

O UOL conecta cada pessoa ao seu universo e cada marca ao seu target

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Caboré 2025: inovação e diversidade caminham lado a lado, afirma Camila Novaes, da Visa

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Débora Yuri - UOL para Marcas

Para a finalista do Caboré 2025 como Profissional de Inovação, o ano combinou Marisa Monte, ativismo pela Amazônia, novidades voltadas ao segmento de alta renda e marcos em inclusão. Além disso, o foco esteve no uso inteligente de dados para criar campanhas relevantes, conta Camila Novaes, diretora de marketing da Visa do Brasil. 

Em entrevista e vídeo, a executiva aponta como principal tendência para 2026 a hiperpersonalização impulsionada por agentes autônomos de IA. Confira mais um capítulo da série do UOL para Marcas com indicados à premiação desta temporada. 

Quais foram os projetos mais importantes que você comandou neste ano? Por que eles foram especiais? 

Este ano foi marado por desafios e conquistas muito especiais. Assumi ações estratégicas com bancos públicos, liderando projetos de patrocínio que tiveram grande impacto. Um deles, o Global C, foi especialmente significativo por seu foco em ativismo pela Amazônia, uma causa que me inspira e que mobilizou nosso time em prol de algo maior. 

Outro projeto que guardo com carinho é a turnê da Marisa Monte. Como fã, é uma experiência única poder desenhar toda a jornada de um patrocínio, tendo o cartão como meio de conexão entre marca e público. Além disso, lançamos, eu e minha equipe, diversas promoções, ações e produtos voltados para o segmento de alta renda, além do desenho e execução de uma estratégia de redes socias. 

Foram iniciativas grandes e estratégicas, fundamentais para o posicionamento das marcas e para o momento de cada emissor com quem trabalhamos. Por fim, destaco um marco em inclusão: acompanhar a formatura de parte dos alunos do programa de bolsas em parceria com a FGV. Ver mais profissionais negros e negras ingressando no mercado é motivo de orgulho e reforça meu compromisso e o da Visa com a inclusão. 

Para você, o que os três indicados ao Caboré 2025 na categoria Profissional de Inovação têm em comum? 

O que nos une é a capacidade de representar a interseccionalidade e a diversidade do Brasil. Ser indicado ao Caboré, para nós três, foi uma honra inesperada e um reconhecimento valioso do mercado, ao qual somos muito gratos. Cada um dos indicados, à sua maneira, está reinventando a indústria. Alexandre (Kavinski, da WPP Media Services), por exemplo, lidera a transformação da mídia com IA, enquanto Ana (Paula Passarelli, da Brunch) está revolucionando o universo dos criadores de conteúdo. Juntos, somos prova viva de que inovação e diversidade caminham lado a lado. 

Qual foi o maior insight que você teve em 2025? Como ele surgiu? 

O maior insight de 2025 foi perceber que a verdadeira inovação nasce da escuta ativa e da colaboração entre diferentes perspectivas. Esse entendimento surgiu ao acompanhar projetos multidisciplinares, em que a troca entre pessoas de diferentes origens e experiências gerou soluções muito mais criativas e relevantes ao negócio do que qualquer ideia isolada. 

Qual é o presente da inovação? E o futuro? 

Hoje, inovação significa hiperpersonalização e uso inteligente de dados para criar campanhas cada vez mais relevantes. O futuro, sem dúvida, será marcado pela atuação de agentes de IA, que vão potencializar essa hiperpersonalização e transformar a forma como nos relacionamos com marcas e produtos. E mais: acredito em um futuro com ainda mais representatividade e presença de profissionais negros e negras em posições estratégicas no nosso mercado. 

Quais tendências ligadas à inovação você destaca para 2026?  

A principal tendência é a hiperpersonalização impulsionada por agentes de IA autônomos. Uma pesquisa recente da Visa (US Consumer Agentic Ecommerce Survey, de fevereiro de 2025) mostrou que 66% dos consumidores haviam usado IA nos últimos três meses, e 47% tinham interesse em usar agentes para compras. Imagine poder contar com um agente inteligente para realizar suas compras de forma personalizada e eficiente. Esse é o futuro que já começa a se desenhar.

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Caboré 2025: inovação e diversidade caminham lado a lado, afirma Camila Novaes, da Visa

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Para a finalista do Caboré 2025 como Profissional de Inovação, o ano combinou Marisa Monte, ativismo pela Amazônia, novidades voltadas ao segmento de alta renda e marcos em inclusão. Além disso, o foco esteve no uso inteligente de dados para criar campanhas relevantes, conta Camila Novaes, diretora de marketing da Visa do Brasil. 

Em entrevista e vídeo, a executiva aponta como principal tendência para 2026 a hiperpersonalização impulsionada por agentes autônomos de IA. Confira mais um capítulo da série do UOL para Marcas com indicados à premiação desta temporada. 

Quais foram os projetos mais importantes que você comandou neste ano? Por que eles foram especiais? 

Este ano foi marado por desafios e conquistas muito especiais. Assumi ações estratégicas com bancos públicos, liderando projetos de patrocínio que tiveram grande impacto. Um deles, o Global C, foi especialmente significativo por seu foco em ativismo pela Amazônia, uma causa que me inspira e que mobilizou nosso time em prol de algo maior. 

Outro projeto que guardo com carinho é a turnê da Marisa Monte. Como fã, é uma experiência única poder desenhar toda a jornada de um patrocínio, tendo o cartão como meio de conexão entre marca e público. Além disso, lançamos, eu e minha equipe, diversas promoções, ações e produtos voltados para o segmento de alta renda, além do desenho e execução de uma estratégia de redes socias. 

Foram iniciativas grandes e estratégicas, fundamentais para o posicionamento das marcas e para o momento de cada emissor com quem trabalhamos. Por fim, destaco um marco em inclusão: acompanhar a formatura de parte dos alunos do programa de bolsas em parceria com a FGV. Ver mais profissionais negros e negras ingressando no mercado é motivo de orgulho e reforça meu compromisso e o da Visa com a inclusão. 

Para você, o que os três indicados ao Caboré 2025 na categoria Profissional de Inovação têm em comum? 

O que nos une é a capacidade de representar a interseccionalidade e a diversidade do Brasil. Ser indicado ao Caboré, para nós três, foi uma honra inesperada e um reconhecimento valioso do mercado, ao qual somos muito gratos. Cada um dos indicados, à sua maneira, está reinventando a indústria. Alexandre (Kavinski, da WPP Media Services), por exemplo, lidera a transformação da mídia com IA, enquanto Ana (Paula Passarelli, da Brunch) está revolucionando o universo dos criadores de conteúdo. Juntos, somos prova viva de que inovação e diversidade caminham lado a lado. 

Qual foi o maior insight que você teve em 2025? Como ele surgiu? 

O maior insight de 2025 foi perceber que a verdadeira inovação nasce da escuta ativa e da colaboração entre diferentes perspectivas. Esse entendimento surgiu ao acompanhar projetos multidisciplinares, em que a troca entre pessoas de diferentes origens e experiências gerou soluções muito mais criativas e relevantes ao negócio do que qualquer ideia isolada. 

Qual é o presente da inovação? E o futuro? 

Hoje, inovação significa hiperpersonalização e uso inteligente de dados para criar campanhas cada vez mais relevantes. O futuro, sem dúvida, será marcado pela atuação de agentes de IA, que vão potencializar essa hiperpersonalização e transformar a forma como nos relacionamos com marcas e produtos. E mais: acredito em um futuro com ainda mais representatividade e presença de profissionais negros e negras em posições estratégicas no nosso mercado. 

Quais tendências ligadas à inovação você destaca para 2026?  

A principal tendência é a hiperpersonalização impulsionada por agentes de IA autônomos. Uma pesquisa recente da Visa (US Consumer Agentic Ecommerce Survey, de fevereiro de 2025) mostrou que 66% dos consumidores haviam usado IA nos últimos três meses, e 47% tinham interesse em usar agentes para compras. Imagine poder contar com um agente inteligente para realizar suas compras de forma personalizada e eficiente. Esse é o futuro que já começa a se desenhar.

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