Flávio Reghini, do Wellhub: nova realidade do trabalho inclui o bem-estar dos colaboradores
Fotos Divulgação

Débora Yuri - UOL para Marcas
Olhar para o próprio bem-estar deixou de ser tendência. Virou uma necessidade — e não existe melhor momento para adotar novos hábitos do que o início de ano.
“As pessoas entenderam que precisam cuidar da saúde de maneira geral. Começaram a ver o bem-estar menos como um check na rotina e mais como algo prazeroso”, diz Flávio Reghini, diretor sênior de criação e branding do Wellhub, plataforma digital fundada em São Paulo como Gympass, em 2012. “Não é só sobre musculação, é sobre descobrir que praticar atividades físicas pode ser positivo para fortalecer ou desenvolver conexões sociais.”
Enquanto 90% dos brasileiros fazem resoluções de Ano Novo, apenas 10% conseguem mantê-las, mostra estudo da companhia. “Nosso objetivo é reduzir essa lacuna entre intenção e execução, trazendo inspiração e promovendo acesso real ao bem-estar corporativo”, afirma o executivo.
Rede de bem-estar com 90 mil parceiros em 18 países
Os números jogam a favor do Wellhub, que conquistou mais de 500 mil novos usuários só no primeiro trimestre de 2025. A meta é dobrar esse montante em 2026.
Com um modelo de negócio B2B2C (business to business to consumer), a plataforma hoje tem mais de 5 milhões de usuários ativos em 18 países, quase 40 mil clientes corporativos e uma rede com 90 mil parceiros globais — de academias e apps pagos a clínicas de saúde mental. A sede atual fica em Nova York.
O serviço é intermediado por empresas, que compram assinaturas e oferecem à força de trabalho como um benefício. Reghini ressalta que esse cuidado se tornou um diferencial nos últimos anos.
“É uma via de mão dupla. Empresas que se preocupam com os funcionários conseguem atrair e reter mais talentos, reduzem gastos com planos de saúde, aumentam a produtividade e a performance dos times”, observa.
No Brasil, relatos de sintomas de burnout disparam
Em outubro passado, o Wellhub divulgou o estudo Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026, realizado com mais de 5 mil funcionários em 10 países. No recorte Brasil, 86% dos trabalhadores ouvidos relataram ter experimentado sintomas de burnout no último ano.
Ao mesmo tempo, apenas 22% concordaram fortemente que o bem-estar está enraizado na cultura de sua empresa (veja mais destaques do levantamento no final do texto). “A nova realidade do trabalho inclui o bem-estar dos colaboradores”, diz o diretor.
Tendências do setor para o marketing
Para aproveitar a janela em que o público está aberto a engajar com suas novas metas e resoluções, a empresa lançou em dezembro a campanha nacional “Temporada do Bem-Estar”, que inclui patrocínio ao UOL no Verão.
O projeto do UOL levará um combo de experiências aos frequentadores da Riviera de São Lourenço (litoral norte de SP) — um dos principais destinos de praia do verão paulista — até 18 de fevereiro.

Para esta temporada, o Wellhub desenhou um circuito de atividades funcionais na areia e também disponibilizou instrutores.
“A ideia foi materializar nossa proposta em experiências. E o projeto ajuda a gerar conexão duradoura com nossa marca”, explica Reghini. “Eventos que estimulam as pessoas a se conectar e complementam, no mundo físico, o ambiente digital são tendências do bem-estar para o marketing.”
Estilo de vida atual não valoriza a exaustão profissional
A antiga Gympass mudou de nome para Wellhub em 2024, em movimento que refletiu uma evolução estratégica do negócio: a marca deixou de atuar apenas como um serviço de acesso a academias e passou a se posicionar como uma plataforma holística, que conecta múltiplas dimensões da saúde. Meditação, terapia, nutrição, sono e outras soluções de qualidade de vida foram adicionadas.
O estudo Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026 acompanha essa ampliação no olhar. Confira achados da pesquisa entre trabalhadores brasileiros.
- 89% dos funcionários consideram o bem-estar no trabalho e o salário igualmente importantes.
- 94% dizem que, ao priorizar seu bem-estar, conseguem desempenhar melhor no trabalho.
- 96% afirmam que passar tempo em espaços de bem-estar melhora sua capacidade de gerenciar o estresse relacionado ao trabalho.
- 86% relataram ter experimentado sintomas de burnout no último ano.
- Apenas 22% concordam fortemente que o bem-estar está enraizado na cultura de sua empresa.
- 69% concordam que seu empregador tem a responsabilidade de ajudá-los a cuidar do bem-estar.
- 88% considerariam deixar uma empresa que não foca no bem-estar dos funcionários.
Saúde mental: um desafio para todas as gerações
- Ao contrário da suposição de que o bem-estar mental varia muito de acordo com a idade, os dados do Wellhub sugerem um cenário mais equilibrado: Geração Z (55%) e Baby Boomers (58%) apresentam taxas quase idênticas de saúde mental positiva, com Millennials e Geração X em níveis próximos.
- Essa consistência revela um insight importante: os desafios de saúde mental não se restringem a uma geração. Nenhum grupo parece mais resiliente, reforçando a necessidade de programas de bem-estar inclusivos, flexíveis e que considerem diferentes fases da vida.
Flávio Reghini, do Wellhub: nova realidade do trabalho inclui o bem-estar dos colaboradores
Fotos Divulgação

Débora Yuri - UOL para Marcas
Olhar para o próprio bem-estar deixou de ser tendência. Virou uma necessidade — e não existe melhor momento para adotar novos hábitos do que o início de ano.
“As pessoas entenderam que precisam cuidar da saúde de maneira geral. Começaram a ver o bem-estar menos como um check na rotina e mais como algo prazeroso”, diz Flávio Reghini, diretor sênior de criação e branding do Wellhub, plataforma digital fundada em São Paulo como Gympass, em 2012. “Não é só sobre musculação, é sobre descobrir que praticar atividades físicas pode ser positivo para fortalecer ou desenvolver conexões sociais.”
Enquanto 90% dos brasileiros fazem resoluções de Ano Novo, apenas 10% conseguem mantê-las, mostra estudo da companhia. “Nosso objetivo é reduzir essa lacuna entre intenção e execução, trazendo inspiração e promovendo acesso real ao bem-estar corporativo”, afirma o executivo.
Rede de bem-estar com 90 mil parceiros em 18 países
Os números jogam a favor do Wellhub, que conquistou mais de 500 mil novos usuários só no primeiro trimestre de 2025. A meta é dobrar esse montante em 2026.
Com um modelo de negócio B2B2C (business to business to consumer), a plataforma hoje tem mais de 5 milhões de usuários ativos em 18 países, quase 40 mil clientes corporativos e uma rede com 90 mil parceiros globais — de academias e apps pagos a clínicas de saúde mental. A sede atual fica em Nova York.
O serviço é intermediado por empresas, que compram assinaturas e oferecem à força de trabalho como um benefício. Reghini ressalta que esse cuidado se tornou um diferencial nos últimos anos.
“É uma via de mão dupla. Empresas que se preocupam com os funcionários conseguem atrair e reter mais talentos, reduzem gastos com planos de saúde, aumentam a produtividade e a performance dos times”, observa.
No Brasil, relatos de sintomas de burnout disparam
Em outubro passado, o Wellhub divulgou o estudo Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026, realizado com mais de 5 mil funcionários em 10 países. No recorte Brasil, 86% dos trabalhadores ouvidos relataram ter experimentado sintomas de burnout no último ano.
Ao mesmo tempo, apenas 22% concordaram fortemente que o bem-estar está enraizado na cultura de sua empresa (veja mais destaques do levantamento no final do texto). “A nova realidade do trabalho inclui o bem-estar dos colaboradores”, diz o diretor.
Tendências do setor para o marketing
Para aproveitar a janela em que o público está aberto a engajar com suas novas metas e resoluções, a empresa lançou em dezembro a campanha nacional “Temporada do Bem-Estar”, que inclui patrocínio ao UOL no Verão.
O projeto do UOL levará um combo de experiências aos frequentadores da Riviera de São Lourenço (litoral norte de SP) — um dos principais destinos de praia do verão paulista — até 18 de fevereiro.

Para esta temporada, o Wellhub desenhou um circuito de atividades funcionais na areia e também disponibilizou instrutores.
“A ideia foi materializar nossa proposta em experiências. E o projeto ajuda a gerar conexão duradoura com nossa marca”, explica Reghini. “Eventos que estimulam as pessoas a se conectar e complementam, no mundo físico, o ambiente digital são tendências do bem-estar para o marketing.”
Estilo de vida atual não valoriza a exaustão profissional
A antiga Gympass mudou de nome para Wellhub em 2024, em movimento que refletiu uma evolução estratégica do negócio: a marca deixou de atuar apenas como um serviço de acesso a academias e passou a se posicionar como uma plataforma holística, que conecta múltiplas dimensões da saúde. Meditação, terapia, nutrição, sono e outras soluções de qualidade de vida foram adicionadas.
O estudo Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026 acompanha essa ampliação no olhar. Confira achados da pesquisa entre trabalhadores brasileiros.
- 89% dos funcionários consideram o bem-estar no trabalho e o salário igualmente importantes.
- 94% dizem que, ao priorizar seu bem-estar, conseguem desempenhar melhor no trabalho.
- 96% afirmam que passar tempo em espaços de bem-estar melhora sua capacidade de gerenciar o estresse relacionado ao trabalho.
- 86% relataram ter experimentado sintomas de burnout no último ano.
- Apenas 22% concordam fortemente que o bem-estar está enraizado na cultura de sua empresa.
- 69% concordam que seu empregador tem a responsabilidade de ajudá-los a cuidar do bem-estar.
- 88% considerariam deixar uma empresa que não foca no bem-estar dos funcionários.
Saúde mental: um desafio para todas as gerações
- Ao contrário da suposição de que o bem-estar mental varia muito de acordo com a idade, os dados do Wellhub sugerem um cenário mais equilibrado: Geração Z (55%) e Baby Boomers (58%) apresentam taxas quase idênticas de saúde mental positiva, com Millennials e Geração X em níveis próximos.
- Essa consistência revela um insight importante: os desafios de saúde mental não se restringem a uma geração. Nenhum grupo parece mais resiliente, reforçando a necessidade de programas de bem-estar inclusivos, flexíveis e que considerem diferentes fases da vida.
Flávio Reghini, do Wellhub: nova realidade do trabalho inclui o bem-estar dos colaboradores
Fotos Divulgação

Débora Yuri - UOL para Marcas
Olhar para o próprio bem-estar deixou de ser tendência. Virou uma necessidade — e não existe melhor momento para adotar novos hábitos do que o início de ano.
“As pessoas entenderam que precisam cuidar da saúde de maneira geral. Começaram a ver o bem-estar menos como um check na rotina e mais como algo prazeroso”, diz Flávio Reghini, diretor sênior de criação e branding do Wellhub, plataforma digital fundada em São Paulo como Gympass, em 2012. “Não é só sobre musculação, é sobre descobrir que praticar atividades físicas pode ser positivo para fortalecer ou desenvolver conexões sociais.”
Enquanto 90% dos brasileiros fazem resoluções de Ano Novo, apenas 10% conseguem mantê-las, mostra estudo da companhia. “Nosso objetivo é reduzir essa lacuna entre intenção e execução, trazendo inspiração e promovendo acesso real ao bem-estar corporativo”, afirma o executivo.
Rede de bem-estar com 90 mil parceiros em 18 países
Os números jogam a favor do Wellhub, que conquistou mais de 500 mil novos usuários só no primeiro trimestre de 2025. A meta é dobrar esse montante em 2026.
Com um modelo de negócio B2B2C (business to business to consumer), a plataforma hoje tem mais de 5 milhões de usuários ativos em 18 países, quase 40 mil clientes corporativos e uma rede com 90 mil parceiros globais — de academias e apps pagos a clínicas de saúde mental. A sede atual fica em Nova York.
O serviço é intermediado por empresas, que compram assinaturas e oferecem à força de trabalho como um benefício. Reghini ressalta que esse cuidado se tornou um diferencial nos últimos anos.
“É uma via de mão dupla. Empresas que se preocupam com os funcionários conseguem atrair e reter mais talentos, reduzem gastos com planos de saúde, aumentam a produtividade e a performance dos times”, observa.
No Brasil, relatos de sintomas de burnout disparam
Em outubro passado, o Wellhub divulgou o estudo Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026, realizado com mais de 5 mil funcionários em 10 países. No recorte Brasil, 86% dos trabalhadores ouvidos relataram ter experimentado sintomas de burnout no último ano.
Ao mesmo tempo, apenas 22% concordaram fortemente que o bem-estar está enraizado na cultura de sua empresa (veja mais destaques do levantamento no final do texto). “A nova realidade do trabalho inclui o bem-estar dos colaboradores”, diz o diretor.
Tendências do setor para o marketing
Para aproveitar a janela em que o público está aberto a engajar com suas novas metas e resoluções, a empresa lançou em dezembro a campanha nacional “Temporada do Bem-Estar”, que inclui patrocínio ao UOL no Verão.
O projeto do UOL levará um combo de experiências aos frequentadores da Riviera de São Lourenço (litoral norte de SP) — um dos principais destinos de praia do verão paulista — até 18 de fevereiro.

Para esta temporada, o Wellhub desenhou um circuito de atividades funcionais na areia e também disponibilizou instrutores.
“A ideia foi materializar nossa proposta em experiências. E o projeto ajuda a gerar conexão duradoura com nossa marca”, explica Reghini. “Eventos que estimulam as pessoas a se conectar e complementam, no mundo físico, o ambiente digital são tendências do bem-estar para o marketing.”
Estilo de vida atual não valoriza a exaustão profissional
A antiga Gympass mudou de nome para Wellhub em 2024, em movimento que refletiu uma evolução estratégica do negócio: a marca deixou de atuar apenas como um serviço de acesso a academias e passou a se posicionar como uma plataforma holística, que conecta múltiplas dimensões da saúde. Meditação, terapia, nutrição, sono e outras soluções de qualidade de vida foram adicionadas.
O estudo Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026 acompanha essa ampliação no olhar. Confira achados da pesquisa entre trabalhadores brasileiros.
- 89% dos funcionários consideram o bem-estar no trabalho e o salário igualmente importantes.
- 94% dizem que, ao priorizar seu bem-estar, conseguem desempenhar melhor no trabalho.
- 96% afirmam que passar tempo em espaços de bem-estar melhora sua capacidade de gerenciar o estresse relacionado ao trabalho.
- 86% relataram ter experimentado sintomas de burnout no último ano.
- Apenas 22% concordam fortemente que o bem-estar está enraizado na cultura de sua empresa.
- 69% concordam que seu empregador tem a responsabilidade de ajudá-los a cuidar do bem-estar.
- 88% considerariam deixar uma empresa que não foca no bem-estar dos funcionários.
Saúde mental: um desafio para todas as gerações
- Ao contrário da suposição de que o bem-estar mental varia muito de acordo com a idade, os dados do Wellhub sugerem um cenário mais equilibrado: Geração Z (55%) e Baby Boomers (58%) apresentam taxas quase idênticas de saúde mental positiva, com Millennials e Geração X em níveis próximos.
- Essa consistência revela um insight importante: os desafios de saúde mental não se restringem a uma geração. Nenhum grupo parece mais resiliente, reforçando a necessidade de programas de bem-estar inclusivos, flexíveis e que considerem diferentes fases da vida.
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