Brainstorm|10 jun, 2025|

Conheça os 5 tipos de consumidores de IA

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Fernanda Bottoni - UOL para Marcas

Noventa e cinco por cento das empresas dos EUA e da Europa usam inteligência artificial generativa. Entre os consumidores, porém, há mais cautela do que entusiasmo – pelo menos por enquanto. Apenas 35% se dizem usuários da tecnologia, ainda que muitos interajam com ela sem saber, por meio de chatbots, assistentes digitais ou recomendações automáticas, por exemplo.

Preocupações com privacidade, precisão das informações e segurança de dados estão entre as principais barreiras para a adoção. Além disso, alguns consumidores dizem que preferem realizar as tarefas por conta própria.

Todos esses dados fazem parte de uma pesquisa da Bain & Company que identificou 5 tipos de consumidores de IA, desde os mais entusiastas até os que a rejeitam completamente, em dezembro de 2024. Segundo a consultoria, compreender esses perfis e suas atitudes em relação à IA pode ajudar as empresas a tomar melhores decisões para criação e comercialização de produtos e serviços.

Quais são os 5 tipos de consumidores de IA

Confira os grupos consumidores de IA de acordo com a Bain divididos entre usuários e não usuários.

Não usuários

Explorador emergente (10%)

Probabilidade de começar a usar: um pouco provável ou muito provável
Sentimento em relação à IA generativa: neutro, positivo ou muito positivo


Curioso, mas cauteloso (32%)

Probabilidade de começar a usar: neutro, pouco provável ou muito improvável
Sentimento em relação à IA generativa: neutro ou positivo


Rejeitador convicto (17%)

Probabilidade de começar a usar: pouco provável ou muito improvável
Sentimento em relação à IA generativa: negativo ou muito negativo

Usuários

Usuário casual (Dabbler) (12%)

Frequência de uso: uma vez por semana ou menos
Sentimento em relação à IA generativa: neutro ou positivo


Entusiasta (19%)

Frequência de uso: várias vezes por semana ou mais
Sentimento em relação à IA generativa: positivo ou muito positivo
O estudo esclarece que 10% dos respondentes não se encaixam em nenhum dos perfis

Usos mais comuns da IA ​​generativa

  • Pesquisa, coleta ou resumo de informações: 75% dos Entusiastas e 59% dos Dabblers;
  • Assistência para escrever (verificar gramática ou tom formal/informal do texto etc): 65% dos Entusiastas e 53% dos Dabblers;
  • Escrita criativa (por exemplo, criação de histórias): 57% dos Entusiastas e 41% dos Dabblers;
  • Informações atualizadas (notícias, clima etc): 57% dos Entusiastas e 31% dos Dabblers;
  • Geração e edição de imagens ou outro conteúdo criativo: 52% dos Entusiastas e 29% dos Dabblers;
  • Recomendações de compras e apoio à decisão: 51% dos Entusiastas e 27% dos Dabblers.

Não usuários continuam cautelosos

Entre os principais motivos para não usar IA, os não usuários apontam que preferem fazer as tarefas eles mesmos (34%), têm preocupação em relação à privacidade (30%) e não confiam na precisão das informações (26%).

O estudo indica ainda que praticamente metade dos entrevistados afirma nunca ter usado IA generativa, enquanto 18% experimentaram, mas pararam. Entre os que abandonaram o uso, no entanto, metade explorou a tecnologia por curiosidade e depois perdeu o interesse. Outros desistiram por motivos mais específicos, como preocupações com a privacidade dos dados e a preferência por realizar tarefas sem a assistência da IA.

Muitos usam sem saber

A Bain ainda alert que muitos consumidores estão usando IA sem perceber, por exemplo quando conversam com assistentes digitais, interagem com chatbots de atendimento ao cliente, leem recomendações e aceitam sugestões de gramática e ortografia na comunicação digital.

Isso acontece com 36% dos Rejeitadores convictos, 57% dos Curiosos mas cautelosos e 66% dos Exploradores emergentes.

A empresa acredita ainda que o fato de as pessoas experimentarem IA embarcada em tarefas cotidianas pode aumentar o uso direto da tecnologia. “Ao mesmo tempo, à medida que as empresas integram interações em linguagem natural às jornadas dos clientes, as atitudes em relação a essa tecnologia podem mudar significativamente”, aponta o estudo.

O UOL conecta cada pessoa ao seu universo e cada marca ao seu target

Brainstorm|10 jun, 2025|

Conheça os 5 tipos de consumidores de IA

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Fernanda Bottoni - UOL para Marcas

Noventa e cinco por cento das empresas dos EUA e da Europa usam inteligência artificial generativa. Entre os consumidores, porém, há mais cautela do que entusiasmo – pelo menos por enquanto. Apenas 35% se dizem usuários da tecnologia, ainda que muitos interajam com ela sem saber, por meio de chatbots, assistentes digitais ou recomendações automáticas, por exemplo.

Preocupações com privacidade, precisão das informações e segurança de dados estão entre as principais barreiras para a adoção. Além disso, alguns consumidores dizem que preferem realizar as tarefas por conta própria.

Todos esses dados fazem parte de uma pesquisa da Bain & Company que identificou 5 tipos de consumidores de IA, desde os mais entusiastas até os que a rejeitam completamente, em dezembro de 2024. Segundo a consultoria, compreender esses perfis e suas atitudes em relação à IA pode ajudar as empresas a tomar melhores decisões para criação e comercialização de produtos e serviços.

Quais são os 5 tipos de consumidores de IA

Confira os grupos consumidores de IA de acordo com a Bain divididos entre usuários e não usuários.

Não usuários

Explorador emergente (10%)

Probabilidade de começar a usar: um pouco provável ou muito provável
Sentimento em relação à IA generativa: neutro, positivo ou muito positivo


Curioso, mas cauteloso (32%)

Probabilidade de começar a usar: neutro, pouco provável ou muito improvável
Sentimento em relação à IA generativa: neutro ou positivo


Rejeitador convicto (17%)

Probabilidade de começar a usar: pouco provável ou muito improvável
Sentimento em relação à IA generativa: negativo ou muito negativo

Usuários

Usuário casual (Dabbler) (12%)

Frequência de uso: uma vez por semana ou menos
Sentimento em relação à IA generativa: neutro ou positivo


Entusiasta (19%)

Frequência de uso: várias vezes por semana ou mais
Sentimento em relação à IA generativa: positivo ou muito positivo
O estudo esclarece que 10% dos respondentes não se encaixam em nenhum dos perfis

Usos mais comuns da IA ​​generativa

  • Pesquisa, coleta ou resumo de informações: 75% dos Entusiastas e 59% dos Dabblers;
  • Assistência para escrever (verificar gramática ou tom formal/informal do texto etc): 65% dos Entusiastas e 53% dos Dabblers;
  • Escrita criativa (por exemplo, criação de histórias): 57% dos Entusiastas e 41% dos Dabblers;
  • Informações atualizadas (notícias, clima etc): 57% dos Entusiastas e 31% dos Dabblers;
  • Geração e edição de imagens ou outro conteúdo criativo: 52% dos Entusiastas e 29% dos Dabblers;
  • Recomendações de compras e apoio à decisão: 51% dos Entusiastas e 27% dos Dabblers.

Não usuários continuam cautelosos

Entre os principais motivos para não usar IA, os não usuários apontam que preferem fazer as tarefas eles mesmos (34%), têm preocupação em relação à privacidade (30%) e não confiam na precisão das informações (26%).

O estudo indica ainda que praticamente metade dos entrevistados afirma nunca ter usado IA generativa, enquanto 18% experimentaram, mas pararam. Entre os que abandonaram o uso, no entanto, metade explorou a tecnologia por curiosidade e depois perdeu o interesse. Outros desistiram por motivos mais específicos, como preocupações com a privacidade dos dados e a preferência por realizar tarefas sem a assistência da IA.

Muitos usam sem saber

A Bain ainda alert que muitos consumidores estão usando IA sem perceber, por exemplo quando conversam com assistentes digitais, interagem com chatbots de atendimento ao cliente, leem recomendações e aceitam sugestões de gramática e ortografia na comunicação digital.

Isso acontece com 36% dos Rejeitadores convictos, 57% dos Curiosos mas cautelosos e 66% dos Exploradores emergentes.

A empresa acredita ainda que o fato de as pessoas experimentarem IA embarcada em tarefas cotidianas pode aumentar o uso direto da tecnologia. “Ao mesmo tempo, à medida que as empresas integram interações em linguagem natural às jornadas dos clientes, as atitudes em relação a essa tecnologia podem mudar significativamente”, aponta o estudo.

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Conheça os 5 tipos de consumidores de IA

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Fernanda Bottoni - UOL para Marcas

Noventa e cinco por cento das empresas dos EUA e da Europa usam inteligência artificial generativa. Entre os consumidores, porém, há mais cautela do que entusiasmo – pelo menos por enquanto. Apenas 35% se dizem usuários da tecnologia, ainda que muitos interajam com ela sem saber, por meio de chatbots, assistentes digitais ou recomendações automáticas, por exemplo.

Preocupações com privacidade, precisão das informações e segurança de dados estão entre as principais barreiras para a adoção. Além disso, alguns consumidores dizem que preferem realizar as tarefas por conta própria.

Todos esses dados fazem parte de uma pesquisa da Bain & Company que identificou 5 tipos de consumidores de IA, desde os mais entusiastas até os que a rejeitam completamente, em dezembro de 2024. Segundo a consultoria, compreender esses perfis e suas atitudes em relação à IA pode ajudar as empresas a tomar melhores decisões para criação e comercialização de produtos e serviços.

Quais são os 5 tipos de consumidores de IA

Confira os grupos consumidores de IA de acordo com a Bain divididos entre usuários e não usuários.

Não usuários

Explorador emergente (10%)

Probabilidade de começar a usar: um pouco provável ou muito provável
Sentimento em relação à IA generativa: neutro, positivo ou muito positivo


Curioso, mas cauteloso (32%)

Probabilidade de começar a usar: neutro, pouco provável ou muito improvável
Sentimento em relação à IA generativa: neutro ou positivo


Rejeitador convicto (17%)

Probabilidade de começar a usar: pouco provável ou muito improvável
Sentimento em relação à IA generativa: negativo ou muito negativo

Usuários

Usuário casual (Dabbler) (12%)

Frequência de uso: uma vez por semana ou menos
Sentimento em relação à IA generativa: neutro ou positivo


Entusiasta (19%)

Frequência de uso: várias vezes por semana ou mais
Sentimento em relação à IA generativa: positivo ou muito positivo
O estudo esclarece que 10% dos respondentes não se encaixam em nenhum dos perfis

Usos mais comuns da IA ​​generativa

  • Pesquisa, coleta ou resumo de informações: 75% dos Entusiastas e 59% dos Dabblers;
  • Assistência para escrever (verificar gramática ou tom formal/informal do texto etc): 65% dos Entusiastas e 53% dos Dabblers;
  • Escrita criativa (por exemplo, criação de histórias): 57% dos Entusiastas e 41% dos Dabblers;
  • Informações atualizadas (notícias, clima etc): 57% dos Entusiastas e 31% dos Dabblers;
  • Geração e edição de imagens ou outro conteúdo criativo: 52% dos Entusiastas e 29% dos Dabblers;
  • Recomendações de compras e apoio à decisão: 51% dos Entusiastas e 27% dos Dabblers.

Não usuários continuam cautelosos

Entre os principais motivos para não usar IA, os não usuários apontam que preferem fazer as tarefas eles mesmos (34%), têm preocupação em relação à privacidade (30%) e não confiam na precisão das informações (26%).

O estudo indica ainda que praticamente metade dos entrevistados afirma nunca ter usado IA generativa, enquanto 18% experimentaram, mas pararam. Entre os que abandonaram o uso, no entanto, metade explorou a tecnologia por curiosidade e depois perdeu o interesse. Outros desistiram por motivos mais específicos, como preocupações com a privacidade dos dados e a preferência por realizar tarefas sem a assistência da IA.

Muitos usam sem saber

A Bain ainda alert que muitos consumidores estão usando IA sem perceber, por exemplo quando conversam com assistentes digitais, interagem com chatbots de atendimento ao cliente, leem recomendações e aceitam sugestões de gramática e ortografia na comunicação digital.

Isso acontece com 36% dos Rejeitadores convictos, 57% dos Curiosos mas cautelosos e 66% dos Exploradores emergentes.

A empresa acredita ainda que o fato de as pessoas experimentarem IA embarcada em tarefas cotidianas pode aumentar o uso direto da tecnologia. “Ao mesmo tempo, à medida que as empresas integram interações em linguagem natural às jornadas dos clientes, as atitudes em relação a essa tecnologia podem mudar significativamente”, aponta o estudo.

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