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Pesquisa UOL: público vê impacto positivo de conteúdos na saúde mental

Imagem: UOL AD_LAB

O consumo de conteúdos pode ter impacto positivo na saúde mental? Para uma boa fatia de pessoas, sim. Esse é um dos insights apresentados pela “Pesquisa Saúde Mental”, realizada pelo UOL VivaBem, em parceria com a MindMiners. O levantamento buscou entender de que forma o público está lidando com os fatores estressantes ligados à pandemia, como o medo do contágio, isolamento social e incertezas econômicas, após um ano de covid-19.

No estudo, 55% dos respondentes disseram que vídeos de plataformas digitais têm impacto positivo ou muito positivo na sua saúde mental. Apenas 5% consideram um impacto negativo ou muito negativo. E, para 40%, nada impacta. Proporção parecida foi considerada para sites e apps de entretenimento: 44% veem impacto positivo ou muito positivo na saúde mental; 6% percebem efeito negativo ou muito negativo e, para 50%, é indiferente.

A sondagem foi realizada de 2 a 5 de fevereiro,  por meio de questionário online. Participaram 500 pessoas de todas as regiões do Brasil, das classes ABC. Entre as faixas etárias, a distribuição foi de 18 a 30 anos (35%), 31 a 40 anos (27%) e acima de 41 anos (38%). Por gênero, a divisão foi de 52% mulheres e 48% homens.

Já as redes sociais demonstram algum efeito nocivo na saúde mental, na percepção das pessoas: 42% deixaram de seguir alguém por se sentir mal com o conteúdo. O Instagram aparece como negativo ou muito negativo para 19% dos respondentes, seguido de Facebook (18%). Ainda assim, o impacto positivo na saúde mental dos respondentes supera o negativo, com 33% vendo benefícios no Instagram em sua saúde mental, e 27%, no Facebook.

As pessoas, de modo geral, estão consumindo mais conteúdos. De acordo com o levantamento, 69% disseram ter aumentado seu consumo de internet e redes sociais. Com essa percepção, o UOL vem investindo cada vez mais em conteúdo de saúde e bem-estar, tanto dentro do vertical VivaBem, como com os parceiros, a exemplo dos médicos Drauzio Varella e Jairo Bouer. As produções exclusivas de entretenimento, como o Sai da Caixa, também vêm ganhando mais espaço. A pesquisa aponta que 53% estão vendo mais séries e filmes e 37% consomem mais jogos online, videogame, e de tabuleiro.

Ansiedade e depressão, maiores males

A pesquisa confirma que o nível de sofrimento psíquico segue alto entre a população, enquanto fatores de estresse associados à pandemia não dão sinal de recuo. Entre os participantes, 44% informaram ter algum transtorno psíquico, sendo os principais ansiedade (citada por 37% destes) e depressão (13%).

Para 28% dos que declararam sofrer de algum transtorno, o problema teve início durante a pandemia. Outros 55% disseram que a condição piorou com a pandemia. As mulheres são as que sofrem mais. Entre elas, 62% sentiram os sintomas aumentarem.

Entre todos os respondentes, a preocupação com o contágio segue alta: 48% disseram ter muito medo de contrair a covid-19. Outros 28% declararam ter um pouco de medo, e 17% dizem não ter medo de se contaminar. Fora o temor em relação à doença, os sentimentos negativos mais citados em relação ao contexto da pandemia são ansiedade (49%), desânimo (48%), estresse (47%), cansaço (46%) e nervosismo (43%).

As preocupações que mais impactam na saúde mental segundo os respondentes são com finanças (para 48%), emprego (43%), saúde (37%), futuro (36%) e família e filhos (34%). Nesse sentido, uma recomendação do estudo é que marcas contribuam oferecendo conteúdos úteis, que ajudem as pessoas a encontrar novos caminhos, seja para se inspirar, cuidar de si, descobrir novas fontes de renda, organizar sua vida financeira, ou outras informações que as apoiem para enfrentar este momento.

Para mais informações e pedidos de envio da íntegra do report, entre em contato pelo e-mail publicidade@uol.com.br.


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