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Transparência e respeito ao anonimato devem guiar políticas de dados

Política de uso de dados é o assunto do momento na publicidade digital. Enquanto a Comunidade Europeia coloca em prática a partir de maio uma série de restrições ao uso de dados, por meio do seu Regulamento Europeu de Proteção de Dados (GDPR, na sigla em inglês), casos recentes de uso político de informações vazadas do Facebook nos EUA chamam a atenção para o tema. O denominador comum nessas discussões são os modos de coleta de dados: como colher informações precisas para avançar na inteligência de dados e garantir o respeito à privacidade das pessoas?

O UOL acredita em três pilares para guiar a construção de boas práticas no uso de dados: a transparência, o respeito ao anonimato do usuário e o direito de escolha do público para decidir se quer ou não tornar a publicidade digital mais relevante em sua jornada.

Transparência

Em suas Normas de Segurança e Privacidade, a plataforma UOL explica a todos, de forma transparente, suas políticas de uso de dados. As informações estão dispostas de forma acessível à audiência e a clientes de serviços, deixando claro como seus dados são tratados.  Na seção “Opções de publicidade”, o texto especifica como as informações de navegação da audiência são usados para personalizar a distribuição de anúncios.

“Normalmente nossos anúncios são baseados no conteúdo das páginas que você está visitando, mas nós também fornecemos anúncios feitos sob medida para seus interesses. Esperamos que exibindo anúncios personalizados, seja possível melhorar sua experiência nos diversos sites sob o domínio UOL”, afirma o texto.

Anonimato

Preservar a identidade do internauta, mantendo sigilo enquanto o mesmo navega nas páginas do UOL” é um dos compromissos assumidos no conjunto de normas do UOL. O anonimato, tendo em vista que seus usuários muitas vezes acessam os serviços de forma logada, é garantido. Compras e contratação de serviços também estão resguardados. “Dados cadastrados — como nome, endereço e número de cartão de crédito — são protegidos por sistemas avançados de criptografia enquanto são enviados e mantidos em sigilo em servidores de segurança do UOL ou em outros autorizados, sob as mesmas condições, pelo UOL”, diz o texto.

Além disso, essas informações não são identificáveis. “O histórico de navegação não é armazenado nem redistribuído – toda a informação coletada é resumida e anonimizada, sendo analisada somente dessa maneira. É importante entender que essas tecnologias não utilizam informação identificável (…). O UOL não associa as informações enviadas pelo seu navegador à sua pessoa, ou seja, a coleta desta informação não é associada a você e, portanto, seu anonimato é garantido.”

Direito de escolha

O texto ainda ressalta que o usuário UOL tem a opção de desabilitar e habilitar a personalização de anúncios a qualquer tempo.  Ainda na seção “Opções de publicidade”, há orientações sobre como fazer o procedimento, deixando a decisão para a audiência sobre como ela quer ser impactada pela publicidade. “Você pode modificar suas preferências a qualquer momento para habilitar anúncios baseados em interesse.”


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Apuração e redação: Renata Gama / Edição e redes sociais: Raphaella Francisco / Arte: Pedro Crastechini
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