Black Friday 2025: mais faturamento e planejamento, menos “eu mereço”
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Fernanda Bottoni - UOL para Marcas
A Black Friday 2025 confirmou sua força no calendário do varejo brasileiro, alcançando faturamento de R$ 10,2 bilhões, o que representa um aumento de 7,8% em relação a 2024. Ao todo, a data movimentou 21,5 milhões de pedidos, alta de 16,5% em relação ao ano anterior, e cerca de 57 milhões de itens vendidos.
Os números fazem parte do estudo UOL Shoppers Pós Black Friday 2025, realizado pelo Consumer Insights UOL, em parceria com a MindMiners, por meio do aplicativo MeSeems. A pesquisa ouviu mil consumidores brasileiros, homens e mulheres com 18 anos ou mais que realizaram compras durante a Black Friday 2025.
Black Friday 2025: audiência UOL compra mais
Entre os entrevistados em geral, 47% dizem ter aumentado seus gastos em relação à Black Friday de 2024, uma alta de seis pontos percentuais em relação a 2024. E quando o recorte é feito sobre a audiência UOL, o movimento se intensifica. Nesse grupo, 54% disseram ter gastado mais do que no ano anterior, superando a média geral e indicando aumento de 5 pontos em relação a edição anterior.
O poder de compra também se destaca. Entre o público do UOL, 66% desembolsaram mais de R$ 500 durante a Black Friday – contra 54% da população total.
A diferença é ainda mais evidente nas faixas de maior ticket. Entre os que gastaram acima de R$ 1 mil, a participação da audiência UOL chega a 44%, enquanto no total da amostra o percentual é de 33%.
Consumidor mais cauteloso e maduro
O estudo mostra que a jornada de compra começa bem antes da data. Entre o público em geral, 71% realizaram algum tipo de pesquisa antes de comprar na Black Friday. Entre os shoppers UOL, esse índice sobe para 80%, com buscas feitas semanas ou até meses antes da Black Friday.
Os marketplaces aparecem como principal ambiente de pesquisa, à frente de buscadores e sites das próprias marcas, tendência que também se mantém entre a audiência UOL.
- 48% pesquisaram preços e produtos em sites ou aplicativos de marketplaces;
- 45% recorreram a sites de busca;
- 34% consultaram sites ou apps das próprias marcas;
- 23% utilizaram sites ou aplicativos de comparação de preços (como Buscapé);
- 22% buscaram informações em sites de avaliação de consumidores (como Reclame Aqui);
- 22% assistiram a canais de reviews e avaliações no YouTube;
- 21% conversaram com amigos ou familiares;
- 19% acessaram páginas de reviews e avaliações nas redes sociais;
- 12% consultaram blogs ou fóruns especializados em reviews de produtos.
Depois de concluírem as pesquisas, 91% se sentiram seguros em realizar suas compras, uma alta de 8 pontos percentuais em relação a 2024.
Outro dado que chama atenção é o avanço do uso de inteligência artificial. Mais da metade dos consumidores – 53%, precisamente – utilizou soluções de inteligência artificial para buscar informações sobre produtos e serviços. Entre os entrevistados, 31% dizem ter usado bastante e 22% dizem ter utilizado pouco.
Planejamento x realidade
No planejamento, o consumidor da Black Friday se mostrou aberto a comprar tanto pela internet quanto em lojas físicas. No geral, 52% dos entrevistados afirmaram que, antes da data, pretendiam comprar online e presencialmente. Na prática, porém, o comportamento foi outro.
A parcela de consumidores que acabou comprando apenas pela internet subiu de 35% na intenção para 45% na ação, um aumento de 10 pontos percentuais. O mesmo movimento, em menor intensidade, ocorreu com as lojas físicas, que passaram de 13% de intenção para 19% de compras efetivas. Já o modelo híbrido perdeu espaço. Apenas 36% compraram de fato tanto online quanto presencialmente.
Preço ainda determina a compra
O fator preço foi o mais determinante para convencer as pessoas a comprarem apenas online.
- 54% consideram preço;
- 41% consideram promoções;
- 33% valor do frete ou frete grátis.
Já para decidir em qual loja online comprar com as mesmas condições de preço, valor do frete ou o frete grátis é o fator mais preponderante para o consumidor, com 20% das respostas. Em seguida vêm cupons de desconto, com 18%, e confiança ou reputação da loja, com 11%.
O preço também foi fator determinante para compras em lojas físicas, apontado por 32% dos entrevistados. Em seguida vêm promoções, com 29%, e possibilidade de avaliar o produto pessoalmente, com 27%.
Menos “eu mereço”
Na Black Friday 2025, apenas 58% dos compradores aproveitaram as ofertas para se presentear, uma queda de 5 pontos percentuais em relação a 2024. Por outro lado, houve aumento de 7 pontos percentuais entre os que compraram itens para uso próprio e para dar de presente a outras pessoas. Esse público representou 35% do total de entrevistados. Apenas 7% aproveitaram a data só para presentear outras pessoas.
O que eles compraram
No geral, as categorias moda e acessórios, cosméticos e supermercados formam mais uma vez o Top 3 da Black Friday. A audiência UOL apresenta percentuais acima da média em praticamente todas as categorias, com destaque para bens duráveis, tecnologia e serviços.
Categorias mais compradas na Black Friday 2025
(Geral x Audiência UOL)
- Moda e acessórios: 32% no total da amostra | 34% entre a audiência UOL
- Cosméticos e perfumaria: 29% no geral | 30% no público UOL
- Supermercados: 29% no total | 31% na audiência UOL
- Alimentos: 26% no geral | 28% entre shoppers UOL
- Eletrodomésticos: 17% no total | 21% na audiência UOL
- Casa e decoração: 16% no geral | 19% no público UOL
- Smartphones: 15% no total | 19% entre shoppers UOL
- Eletrônicos (games, soundbar etc.): 14% no geral | 16% na audiência UOL
- Livros e papelaria: 13% no total | 15% no público UOL
- Saúde e medicamentos: 13% no geral | 16% entre shoppers UOL
- Bebidas alcoólicas: 13% no total | 18% na audiência UOL
- Jogos e brinquedos: 13% no geral | 15% no público UOL
- Informática: 12% no total | 14% entre shoppers UOL
- Material esportivo/esportes: 10% no geral | 13% no público UOL
- Televisão: 10% no total | 16% na audiência UOL
- Bebidas não alcoólicas: 9% no geral | 13% entre shoppers UOL
- Petshop: 8% no total | 11% no público UOL
- Assinaturas de streaming: 8% no geral | 11% na audiência UOL
- Produtos importados: 7% no total | 11% entre shoppers UOL
- Turismo: 7% no geral | 10% no público UOL
- Plano de celular: 6% no total | 9% na audiência UOL
- Cursos (educação): 5% no geral | 6% na audiência UOL
- Veículos: 4% no total | 7% entre shoppers UOL
Impactos da Black Friday
Para 75% dos compradores, a data ajudou a adquirir produtos ou serviços que desejavam havia muito tempo. Entre a audiência UOL, o movimento foi mais intenso, com 82% afirmando que a Black Friday viabilizou compras planejadas anteriormente.
A influência da comunicação também se mostrou relevante. Entre o público em geral, 56% disseram que a publicidade impactou sua decisão de compra durante o período e 70% afirmaram ter prestado mais atenção em anúncios do que de costume.
No público UOL, esses percentuais sobem para 67% e 80%, respectivamente, indicando maior receptividade às mensagens das marcas ao longo da data promocional.
Além de concentrar compras, a Black Friday também estimulou novas intenções de consumo. Entre os entrevistados, 67% compraram na data, mas afirmaram que voltariam a comprar no Natal e no Ano Novo. Entre os shoppers UOL, o índice chega a 76%.
Black Friday 2025: mais faturamento e planejamento, menos “eu mereço”
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Fernanda Bottoni - UOL para Marcas
A Black Friday 2025 confirmou sua força no calendário do varejo brasileiro, alcançando faturamento de R$ 10,2 bilhões, o que representa um aumento de 7,8% em relação a 2024. Ao todo, a data movimentou 21,5 milhões de pedidos, alta de 16,5% em relação ao ano anterior, e cerca de 57 milhões de itens vendidos.
Os números fazem parte do estudo UOL Shoppers Pós Black Friday 2025, realizado pelo Consumer Insights UOL, em parceria com a MindMiners, por meio do aplicativo MeSeems. A pesquisa ouviu mil consumidores brasileiros, homens e mulheres com 18 anos ou mais que realizaram compras durante a Black Friday 2025.
Black Friday 2025: audiência UOL compra mais
Entre os entrevistados em geral, 47% dizem ter aumentado seus gastos em relação à Black Friday de 2024, uma alta de seis pontos percentuais em relação a 2024. E quando o recorte é feito sobre a audiência UOL, o movimento se intensifica. Nesse grupo, 54% disseram ter gastado mais do que no ano anterior, superando a média geral e indicando aumento de 5 pontos em relação a edição anterior.
O poder de compra também se destaca. Entre o público do UOL, 66% desembolsaram mais de R$ 500 durante a Black Friday – contra 54% da população total.
A diferença é ainda mais evidente nas faixas de maior ticket. Entre os que gastaram acima de R$ 1 mil, a participação da audiência UOL chega a 44%, enquanto no total da amostra o percentual é de 33%.
Consumidor mais cauteloso e maduro
O estudo mostra que a jornada de compra começa bem antes da data. Entre o público em geral, 71% realizaram algum tipo de pesquisa antes de comprar na Black Friday. Entre os shoppers UOL, esse índice sobe para 80%, com buscas feitas semanas ou até meses antes da Black Friday.
Os marketplaces aparecem como principal ambiente de pesquisa, à frente de buscadores e sites das próprias marcas, tendência que também se mantém entre a audiência UOL.
- 48% pesquisaram preços e produtos em sites ou aplicativos de marketplaces;
- 45% recorreram a sites de busca;
- 34% consultaram sites ou apps das próprias marcas;
- 23% utilizaram sites ou aplicativos de comparação de preços (como Buscapé);
- 22% buscaram informações em sites de avaliação de consumidores (como Reclame Aqui);
- 22% assistiram a canais de reviews e avaliações no YouTube;
- 21% conversaram com amigos ou familiares;
- 19% acessaram páginas de reviews e avaliações nas redes sociais;
- 12% consultaram blogs ou fóruns especializados em reviews de produtos.
Depois de concluírem as pesquisas, 91% se sentiram seguros em realizar suas compras, uma alta de 8 pontos percentuais em relação a 2024.
Outro dado que chama atenção é o avanço do uso de inteligência artificial. Mais da metade dos consumidores – 53%, precisamente – utilizou soluções de inteligência artificial para buscar informações sobre produtos e serviços. Entre os entrevistados, 31% dizem ter usado bastante e 22% dizem ter utilizado pouco.
Planejamento x realidade
No planejamento, o consumidor da Black Friday se mostrou aberto a comprar tanto pela internet quanto em lojas físicas. No geral, 52% dos entrevistados afirmaram que, antes da data, pretendiam comprar online e presencialmente. Na prática, porém, o comportamento foi outro.
A parcela de consumidores que acabou comprando apenas pela internet subiu de 35% na intenção para 45% na ação, um aumento de 10 pontos percentuais. O mesmo movimento, em menor intensidade, ocorreu com as lojas físicas, que passaram de 13% de intenção para 19% de compras efetivas. Já o modelo híbrido perdeu espaço. Apenas 36% compraram de fato tanto online quanto presencialmente.
Preço ainda determina a compra
O fator preço foi o mais determinante para convencer as pessoas a comprarem apenas online.
- 54% consideram preço;
- 41% consideram promoções;
- 33% valor do frete ou frete grátis.
Já para decidir em qual loja online comprar com as mesmas condições de preço, valor do frete ou o frete grátis é o fator mais preponderante para o consumidor, com 20% das respostas. Em seguida vêm cupons de desconto, com 18%, e confiança ou reputação da loja, com 11%.
O preço também foi fator determinante para compras em lojas físicas, apontado por 32% dos entrevistados. Em seguida vêm promoções, com 29%, e possibilidade de avaliar o produto pessoalmente, com 27%.
Menos “eu mereço”
Na Black Friday 2025, apenas 58% dos compradores aproveitaram as ofertas para se presentear, uma queda de 5 pontos percentuais em relação a 2024. Por outro lado, houve aumento de 7 pontos percentuais entre os que compraram itens para uso próprio e para dar de presente a outras pessoas. Esse público representou 35% do total de entrevistados. Apenas 7% aproveitaram a data só para presentear outras pessoas.
O que eles compraram
No geral, as categorias moda e acessórios, cosméticos e supermercados formam mais uma vez o Top 3 da Black Friday. A audiência UOL apresenta percentuais acima da média em praticamente todas as categorias, com destaque para bens duráveis, tecnologia e serviços.
Categorias mais compradas na Black Friday 2025
(Geral x Audiência UOL)
- Moda e acessórios: 32% no total da amostra | 34% entre a audiência UOL
- Cosméticos e perfumaria: 29% no geral | 30% no público UOL
- Supermercados: 29% no total | 31% na audiência UOL
- Alimentos: 26% no geral | 28% entre shoppers UOL
- Eletrodomésticos: 17% no total | 21% na audiência UOL
- Casa e decoração: 16% no geral | 19% no público UOL
- Smartphones: 15% no total | 19% entre shoppers UOL
- Eletrônicos (games, soundbar etc.): 14% no geral | 16% na audiência UOL
- Livros e papelaria: 13% no total | 15% no público UOL
- Saúde e medicamentos: 13% no geral | 16% entre shoppers UOL
- Bebidas alcoólicas: 13% no total | 18% na audiência UOL
- Jogos e brinquedos: 13% no geral | 15% no público UOL
- Informática: 12% no total | 14% entre shoppers UOL
- Material esportivo/esportes: 10% no geral | 13% no público UOL
- Televisão: 10% no total | 16% na audiência UOL
- Bebidas não alcoólicas: 9% no geral | 13% entre shoppers UOL
- Petshop: 8% no total | 11% no público UOL
- Assinaturas de streaming: 8% no geral | 11% na audiência UOL
- Produtos importados: 7% no total | 11% entre shoppers UOL
- Turismo: 7% no geral | 10% no público UOL
- Plano de celular: 6% no total | 9% na audiência UOL
- Cursos (educação): 5% no geral | 6% na audiência UOL
- Veículos: 4% no total | 7% entre shoppers UOL
Impactos da Black Friday
Para 75% dos compradores, a data ajudou a adquirir produtos ou serviços que desejavam havia muito tempo. Entre a audiência UOL, o movimento foi mais intenso, com 82% afirmando que a Black Friday viabilizou compras planejadas anteriormente.
A influência da comunicação também se mostrou relevante. Entre o público em geral, 56% disseram que a publicidade impactou sua decisão de compra durante o período e 70% afirmaram ter prestado mais atenção em anúncios do que de costume.
No público UOL, esses percentuais sobem para 67% e 80%, respectivamente, indicando maior receptividade às mensagens das marcas ao longo da data promocional.
Além de concentrar compras, a Black Friday também estimulou novas intenções de consumo. Entre os entrevistados, 67% compraram na data, mas afirmaram que voltariam a comprar no Natal e no Ano Novo. Entre os shoppers UOL, o índice chega a 76%.
Black Friday 2025: mais faturamento e planejamento, menos “eu mereço”
Freepik

Fernanda Bottoni - UOL para Marcas
A Black Friday 2025 confirmou sua força no calendário do varejo brasileiro, alcançando faturamento de R$ 10,2 bilhões, o que representa um aumento de 7,8% em relação a 2024. Ao todo, a data movimentou 21,5 milhões de pedidos, alta de 16,5% em relação ao ano anterior, e cerca de 57 milhões de itens vendidos.
Os números fazem parte do estudo UOL Shoppers Pós Black Friday 2025, realizado pelo Consumer Insights UOL, em parceria com a MindMiners, por meio do aplicativo MeSeems. A pesquisa ouviu mil consumidores brasileiros, homens e mulheres com 18 anos ou mais que realizaram compras durante a Black Friday 2025.
Black Friday 2025: audiência UOL compra mais
Entre os entrevistados em geral, 47% dizem ter aumentado seus gastos em relação à Black Friday de 2024, uma alta de seis pontos percentuais em relação a 2024. E quando o recorte é feito sobre a audiência UOL, o movimento se intensifica. Nesse grupo, 54% disseram ter gastado mais do que no ano anterior, superando a média geral e indicando aumento de 5 pontos em relação a edição anterior.
O poder de compra também se destaca. Entre o público do UOL, 66% desembolsaram mais de R$ 500 durante a Black Friday – contra 54% da população total.
A diferença é ainda mais evidente nas faixas de maior ticket. Entre os que gastaram acima de R$ 1 mil, a participação da audiência UOL chega a 44%, enquanto no total da amostra o percentual é de 33%.
Consumidor mais cauteloso e maduro
O estudo mostra que a jornada de compra começa bem antes da data. Entre o público em geral, 71% realizaram algum tipo de pesquisa antes de comprar na Black Friday. Entre os shoppers UOL, esse índice sobe para 80%, com buscas feitas semanas ou até meses antes da Black Friday.
Os marketplaces aparecem como principal ambiente de pesquisa, à frente de buscadores e sites das próprias marcas, tendência que também se mantém entre a audiência UOL.
- 48% pesquisaram preços e produtos em sites ou aplicativos de marketplaces;
- 45% recorreram a sites de busca;
- 34% consultaram sites ou apps das próprias marcas;
- 23% utilizaram sites ou aplicativos de comparação de preços (como Buscapé);
- 22% buscaram informações em sites de avaliação de consumidores (como Reclame Aqui);
- 22% assistiram a canais de reviews e avaliações no YouTube;
- 21% conversaram com amigos ou familiares;
- 19% acessaram páginas de reviews e avaliações nas redes sociais;
- 12% consultaram blogs ou fóruns especializados em reviews de produtos.
Depois de concluírem as pesquisas, 91% se sentiram seguros em realizar suas compras, uma alta de 8 pontos percentuais em relação a 2024.
Outro dado que chama atenção é o avanço do uso de inteligência artificial. Mais da metade dos consumidores – 53%, precisamente – utilizou soluções de inteligência artificial para buscar informações sobre produtos e serviços. Entre os entrevistados, 31% dizem ter usado bastante e 22% dizem ter utilizado pouco.
Planejamento x realidade
No planejamento, o consumidor da Black Friday se mostrou aberto a comprar tanto pela internet quanto em lojas físicas. No geral, 52% dos entrevistados afirmaram que, antes da data, pretendiam comprar online e presencialmente. Na prática, porém, o comportamento foi outro.
A parcela de consumidores que acabou comprando apenas pela internet subiu de 35% na intenção para 45% na ação, um aumento de 10 pontos percentuais. O mesmo movimento, em menor intensidade, ocorreu com as lojas físicas, que passaram de 13% de intenção para 19% de compras efetivas. Já o modelo híbrido perdeu espaço. Apenas 36% compraram de fato tanto online quanto presencialmente.
Preço ainda determina a compra
O fator preço foi o mais determinante para convencer as pessoas a comprarem apenas online.
- 54% consideram preço;
- 41% consideram promoções;
- 33% valor do frete ou frete grátis.
Já para decidir em qual loja online comprar com as mesmas condições de preço, valor do frete ou o frete grátis é o fator mais preponderante para o consumidor, com 20% das respostas. Em seguida vêm cupons de desconto, com 18%, e confiança ou reputação da loja, com 11%.
O preço também foi fator determinante para compras em lojas físicas, apontado por 32% dos entrevistados. Em seguida vêm promoções, com 29%, e possibilidade de avaliar o produto pessoalmente, com 27%.
Menos “eu mereço”
Na Black Friday 2025, apenas 58% dos compradores aproveitaram as ofertas para se presentear, uma queda de 5 pontos percentuais em relação a 2024. Por outro lado, houve aumento de 7 pontos percentuais entre os que compraram itens para uso próprio e para dar de presente a outras pessoas. Esse público representou 35% do total de entrevistados. Apenas 7% aproveitaram a data só para presentear outras pessoas.
O que eles compraram
No geral, as categorias moda e acessórios, cosméticos e supermercados formam mais uma vez o Top 3 da Black Friday. A audiência UOL apresenta percentuais acima da média em praticamente todas as categorias, com destaque para bens duráveis, tecnologia e serviços.
Categorias mais compradas na Black Friday 2025
(Geral x Audiência UOL)
- Moda e acessórios: 32% no total da amostra | 34% entre a audiência UOL
- Cosméticos e perfumaria: 29% no geral | 30% no público UOL
- Supermercados: 29% no total | 31% na audiência UOL
- Alimentos: 26% no geral | 28% entre shoppers UOL
- Eletrodomésticos: 17% no total | 21% na audiência UOL
- Casa e decoração: 16% no geral | 19% no público UOL
- Smartphones: 15% no total | 19% entre shoppers UOL
- Eletrônicos (games, soundbar etc.): 14% no geral | 16% na audiência UOL
- Livros e papelaria: 13% no total | 15% no público UOL
- Saúde e medicamentos: 13% no geral | 16% entre shoppers UOL
- Bebidas alcoólicas: 13% no total | 18% na audiência UOL
- Jogos e brinquedos: 13% no geral | 15% no público UOL
- Informática: 12% no total | 14% entre shoppers UOL
- Material esportivo/esportes: 10% no geral | 13% no público UOL
- Televisão: 10% no total | 16% na audiência UOL
- Bebidas não alcoólicas: 9% no geral | 13% entre shoppers UOL
- Petshop: 8% no total | 11% no público UOL
- Assinaturas de streaming: 8% no geral | 11% na audiência UOL
- Produtos importados: 7% no total | 11% entre shoppers UOL
- Turismo: 7% no geral | 10% no público UOL
- Plano de celular: 6% no total | 9% na audiência UOL
- Cursos (educação): 5% no geral | 6% na audiência UOL
- Veículos: 4% no total | 7% entre shoppers UOL
Impactos da Black Friday
Para 75% dos compradores, a data ajudou a adquirir produtos ou serviços que desejavam havia muito tempo. Entre a audiência UOL, o movimento foi mais intenso, com 82% afirmando que a Black Friday viabilizou compras planejadas anteriormente.
A influência da comunicação também se mostrou relevante. Entre o público em geral, 56% disseram que a publicidade impactou sua decisão de compra durante o período e 70% afirmaram ter prestado mais atenção em anúncios do que de costume.
No público UOL, esses percentuais sobem para 67% e 80%, respectivamente, indicando maior receptividade às mensagens das marcas ao longo da data promocional.
Além de concentrar compras, a Black Friday também estimulou novas intenções de consumo. Entre os entrevistados, 67% compraram na data, mas afirmaram que voltariam a comprar no Natal e no Ano Novo. Entre os shoppers UOL, o índice chega a 76%.
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