SXSW 2026: Por que o consumo intencional está substituindo o excesso
WGSN/Divulgação

Por WGSN, para UOL para Marcas
A CEO da WGSN, Carla Buzasi, subiu ao palco do SXSW na sexta-feira, 13 de março, para apresentar um dos principais motores macro por trás da mudança do consumidor em direção ao consumo intencional. Em seguida, houve um painel entre Guilherme Martins, CMO da Diageo, e Renata Vichi, membro do conselho da Kopenhagen e Operating Partner da Advent, que exploraram como as marcas estão reformulando narrativas de prazer sem excesso.
Moderação não significa restrição
Em 2026, estamos entrando na era da policrise, marcada por sobreposições de perturbações econômicas, ambientais e sociais. A moderação de consumo será uma forma de combater a ansiedade e a sobrecarga, oferecendo uma resposta à crescente demanda por simplicidade, transparência e bem-estar emocional – além da necessidade de mitigar riscos e preparar modelos de negócios para o futuro. São pequenas melhorias incrementais que, combinadas, geram impacto real e reduzem a sensação de sobrecarga.
Esse desejo se reflete nos números:
- 81% da Geração Z nos EUA dizem que gostariam de se desconectar dos dispositivos digitais com mais facilidade (Harris Poll e Quad, 2025).
- 70% dos consumidores afirmam que as marcas enviam mensagens demais, de modo que acabam ignorando-as (CSG).
À medida que os consumidores enfrentam níveis crescentes de estresse, a busca por uma vida mais longa e saudável será reformulada, e não como uma corrida pela produtividade sem fim, mas como uma jornada em busca de calma, equilíbrio e qualidade de vida. As inovações mais relevantes serão aquelas que tornam o bem-estar, o descanso e a riqueza sensorial acessíveis, apoiando uma vida que pareça plena, não apenas longa. Os consumidores buscarão prolongar o período de boa saúde e apoiar o envelhecimento de formas mais diversas e direcionadas. De acordo com a pesquisa, IWSR Bevtrac Consumer Research, esse movimento já se reflete na projeção de crescimento de 30% das bebidas não alcoólicas entre 2025 e 2029.
Avanços tecnológicos em nutrição, personalização e soluções preventivas impulsionarão o desenvolvimento de produtos, juntamente com ofertas voltadas para diferentes faixas demográficas – não apenas para quem está em fases mais avançadas da vida. O viver equilibrado tem se mostrado culturalmente relevante e socialmente aspiracional, à medida que os consumidores migram do “retorno sobre investimento” (ROI) para o “retorno sobre energia” (ROE), valorizando experiências e produtos que os ajudam a recarregar, reconectar e prosperar em um mundo que não desliga (WGSN Future Consumer 2027: Personas forecast).
Segundo a análise, ao priorizar emoções, redefinir valor por meio da saúde e fomentar conexões significativas, as marcas podem cortar o ruído digital e aproveitar o desejo dos consumidores por consumo intencional.
“O tema e os assuntos que discutimos no SXSW realmente fizeram a diferença com nosso público. Fui inundada de perguntas após o evento sobre a importância da emoção emergente do consumidor chamada ‘ousadia alegre’. Além de conversas muito reflexivas sobre como as marcas podem intervir e permitir que os consumidores sejam intencionais em suas escolhas de produtos, à medida que se afastam de rotinas de bem-estar prescritivas e abraçam o ‘bem-estar suave’.
É sempre uma experiência gratificante conversar com inovadores e visionários em suas áreas, e fiquei encantada que tantos vieram ouvir e trocar ideias.”
– Carla Buzasi, CEO, WGSN
Para saber mais, agende uma demonstração da WGSN hoje.
Este conteúdo faz parte da cobertura especial do UOL para Marcas no SXSW 2026, com a WGSN convidada para compartilhar análises e tendências diretamente do evento.
SXSW 2026: Por que o consumo intencional está substituindo o excesso
WGSN/Divulgação

Por WGSN, para UOL para Marcas
A CEO da WGSN, Carla Buzasi, subiu ao palco do SXSW na sexta-feira, 13 de março, para apresentar um dos principais motores macro por trás da mudança do consumidor em direção ao consumo intencional. Em seguida, houve um painel entre Guilherme Martins, CMO da Diageo, e Renata Vichi, membro do conselho da Kopenhagen e Operating Partner da Advent, que exploraram como as marcas estão reformulando narrativas de prazer sem excesso.
Moderação não significa restrição
Em 2026, estamos entrando na era da policrise, marcada por sobreposições de perturbações econômicas, ambientais e sociais. A moderação de consumo será uma forma de combater a ansiedade e a sobrecarga, oferecendo uma resposta à crescente demanda por simplicidade, transparência e bem-estar emocional – além da necessidade de mitigar riscos e preparar modelos de negócios para o futuro. São pequenas melhorias incrementais que, combinadas, geram impacto real e reduzem a sensação de sobrecarga.
Esse desejo se reflete nos números:
- 81% da Geração Z nos EUA dizem que gostariam de se desconectar dos dispositivos digitais com mais facilidade (Harris Poll e Quad, 2025).
- 70% dos consumidores afirmam que as marcas enviam mensagens demais, de modo que acabam ignorando-as (CSG).
À medida que os consumidores enfrentam níveis crescentes de estresse, a busca por uma vida mais longa e saudável será reformulada, e não como uma corrida pela produtividade sem fim, mas como uma jornada em busca de calma, equilíbrio e qualidade de vida. As inovações mais relevantes serão aquelas que tornam o bem-estar, o descanso e a riqueza sensorial acessíveis, apoiando uma vida que pareça plena, não apenas longa. Os consumidores buscarão prolongar o período de boa saúde e apoiar o envelhecimento de formas mais diversas e direcionadas. De acordo com a pesquisa, IWSR Bevtrac Consumer Research, esse movimento já se reflete na projeção de crescimento de 30% das bebidas não alcoólicas entre 2025 e 2029.
Avanços tecnológicos em nutrição, personalização e soluções preventivas impulsionarão o desenvolvimento de produtos, juntamente com ofertas voltadas para diferentes faixas demográficas – não apenas para quem está em fases mais avançadas da vida. O viver equilibrado tem se mostrado culturalmente relevante e socialmente aspiracional, à medida que os consumidores migram do “retorno sobre investimento” (ROI) para o “retorno sobre energia” (ROE), valorizando experiências e produtos que os ajudam a recarregar, reconectar e prosperar em um mundo que não desliga (WGSN Future Consumer 2027: Personas forecast).
Segundo a análise, ao priorizar emoções, redefinir valor por meio da saúde e fomentar conexões significativas, as marcas podem cortar o ruído digital e aproveitar o desejo dos consumidores por consumo intencional.
“O tema e os assuntos que discutimos no SXSW realmente fizeram a diferença com nosso público. Fui inundada de perguntas após o evento sobre a importância da emoção emergente do consumidor chamada ‘ousadia alegre’. Além de conversas muito reflexivas sobre como as marcas podem intervir e permitir que os consumidores sejam intencionais em suas escolhas de produtos, à medida que se afastam de rotinas de bem-estar prescritivas e abraçam o ‘bem-estar suave’.
É sempre uma experiência gratificante conversar com inovadores e visionários em suas áreas, e fiquei encantada que tantos vieram ouvir e trocar ideias.”
– Carla Buzasi, CEO, WGSN
Para saber mais, agende uma demonstração da WGSN hoje.
Este conteúdo faz parte da cobertura especial do UOL para Marcas no SXSW 2026, com a WGSN convidada para compartilhar análises e tendências diretamente do evento.
SXSW 2026: Por que o consumo intencional está substituindo o excesso
WGSN/Divulgação

Por WGSN, para UOL para Marcas
A CEO da WGSN, Carla Buzasi, subiu ao palco do SXSW na sexta-feira, 13 de março, para apresentar um dos principais motores macro por trás da mudança do consumidor em direção ao consumo intencional. Em seguida, houve um painel entre Guilherme Martins, CMO da Diageo, e Renata Vichi, membro do conselho da Kopenhagen e Operating Partner da Advent, que exploraram como as marcas estão reformulando narrativas de prazer sem excesso.
Moderação não significa restrição
Em 2026, estamos entrando na era da policrise, marcada por sobreposições de perturbações econômicas, ambientais e sociais. A moderação de consumo será uma forma de combater a ansiedade e a sobrecarga, oferecendo uma resposta à crescente demanda por simplicidade, transparência e bem-estar emocional – além da necessidade de mitigar riscos e preparar modelos de negócios para o futuro. São pequenas melhorias incrementais que, combinadas, geram impacto real e reduzem a sensação de sobrecarga.
Esse desejo se reflete nos números:
- 81% da Geração Z nos EUA dizem que gostariam de se desconectar dos dispositivos digitais com mais facilidade (Harris Poll e Quad, 2025).
- 70% dos consumidores afirmam que as marcas enviam mensagens demais, de modo que acabam ignorando-as (CSG).
À medida que os consumidores enfrentam níveis crescentes de estresse, a busca por uma vida mais longa e saudável será reformulada, e não como uma corrida pela produtividade sem fim, mas como uma jornada em busca de calma, equilíbrio e qualidade de vida. As inovações mais relevantes serão aquelas que tornam o bem-estar, o descanso e a riqueza sensorial acessíveis, apoiando uma vida que pareça plena, não apenas longa. Os consumidores buscarão prolongar o período de boa saúde e apoiar o envelhecimento de formas mais diversas e direcionadas. De acordo com a pesquisa, IWSR Bevtrac Consumer Research, esse movimento já se reflete na projeção de crescimento de 30% das bebidas não alcoólicas entre 2025 e 2029.
Avanços tecnológicos em nutrição, personalização e soluções preventivas impulsionarão o desenvolvimento de produtos, juntamente com ofertas voltadas para diferentes faixas demográficas – não apenas para quem está em fases mais avançadas da vida. O viver equilibrado tem se mostrado culturalmente relevante e socialmente aspiracional, à medida que os consumidores migram do “retorno sobre investimento” (ROI) para o “retorno sobre energia” (ROE), valorizando experiências e produtos que os ajudam a recarregar, reconectar e prosperar em um mundo que não desliga (WGSN Future Consumer 2027: Personas forecast).
Segundo a análise, ao priorizar emoções, redefinir valor por meio da saúde e fomentar conexões significativas, as marcas podem cortar o ruído digital e aproveitar o desejo dos consumidores por consumo intencional.
“O tema e os assuntos que discutimos no SXSW realmente fizeram a diferença com nosso público. Fui inundada de perguntas após o evento sobre a importância da emoção emergente do consumidor chamada ‘ousadia alegre’. Além de conversas muito reflexivas sobre como as marcas podem intervir e permitir que os consumidores sejam intencionais em suas escolhas de produtos, à medida que se afastam de rotinas de bem-estar prescritivas e abraçam o ‘bem-estar suave’.
É sempre uma experiência gratificante conversar com inovadores e visionários em suas áreas, e fiquei encantada que tantos vieram ouvir e trocar ideias.”
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