SXSW 2026: Em um mundo onde tudo grita, o que ainda captura nossa atenção?
Divulgação/Assessoria de Imprensa

Por Juliana Elia, CSO da Publicis Brasil
O excesso de informação, a fragmentação do foco e o novo desafio das marcas na construção de relevância cultural
“A atenção não acabou, mas deixou de funcionar como conhecíamos”. Essa é a palestra que vim apresentar em Austin, no SXSW 2026. Publicis, BR Media, Nielsen e Consumoteca se uniram para investigar como as marcas ainda conseguem se conectar com seus consumidores em um mundo completamente saturado de informação.
Partimos de uma inquietação simples: se tudo disputa nossa atenção o tempo inteiro, o que ainda consegue nos parar? O que atravessa o ruído?
O dado mais direto dessa grande pesquisa é também o mais revelador: 46% das pessoas dizem não se lembrar de nenhuma publicidade recente que tenha chamado sua atenção. Não se trata apenas de distração. É o excesso redefinindo o que significa prestar atenção. Essa capacidade de concentração que deixou de ser linear e passou a ser múltipla. Transitamos entre estados de hiperfoco, atenção flexível e atenção fracionada, alternando estímulos o tempo todo. Nesse contexto, disputar o nosso foco como se ele fosse contínuo já não faz sentido.
O impacto para as marcas é estrutural. O desafio deixa de ser capturar atenção e passa a ser construir relevância. E relevância não está em ser a mais vista, mas em conseguir se inserir na cultura. Isso acontece em camadas: identificação, reverberação e repertório — ao longo do tempo, não em um único impacto.
O SXSW tem mostrado isso de forma ainda mais evidente. A inteligência artificial deixa de ser ferramenta e passa a atuar como infraestrutura, reorganizando o acesso à informação e influenciando o que vemos, escolhemos e consideramos relevante. Tamanha mudança adiciona uma nova camada: não basta mais falar com pessoas. É preciso entender como existir em sistemas onde máquinas passam a definir o que merece ser visto.
Nesse cenário, a atenção se torna mais seletiva. E o valor deixa de estar no volume e passa a estar no significado. Talvez o principal deslocamento seja esse: a pergunta não é mais “como chamar atenção?”, mas “por que alguém deveria prestar atenção?”.
Este conteúdo faz parte da cobertura especial do UOL para Marcas no SXSW 2026, com Juliana Elia, CSO da Publicis Brasil, como uma das convidadas para compartilhar análises e tendências diretamente do evento.
SXSW 2026: Em um mundo onde tudo grita, o que ainda captura nossa atenção?
Divulgação/Assessoria de Imprensa

Por Juliana Elia, CSO da Publicis Brasil
O excesso de informação, a fragmentação do foco e o novo desafio das marcas na construção de relevância cultural
“A atenção não acabou, mas deixou de funcionar como conhecíamos”. Essa é a palestra que vim apresentar em Austin, no SXSW 2026. Publicis, BR Media, Nielsen e Consumoteca se uniram para investigar como as marcas ainda conseguem se conectar com seus consumidores em um mundo completamente saturado de informação.
Partimos de uma inquietação simples: se tudo disputa nossa atenção o tempo inteiro, o que ainda consegue nos parar? O que atravessa o ruído?
O dado mais direto dessa grande pesquisa é também o mais revelador: 46% das pessoas dizem não se lembrar de nenhuma publicidade recente que tenha chamado sua atenção. Não se trata apenas de distração. É o excesso redefinindo o que significa prestar atenção. Essa capacidade de concentração que deixou de ser linear e passou a ser múltipla. Transitamos entre estados de hiperfoco, atenção flexível e atenção fracionada, alternando estímulos o tempo todo. Nesse contexto, disputar o nosso foco como se ele fosse contínuo já não faz sentido.
O impacto para as marcas é estrutural. O desafio deixa de ser capturar atenção e passa a ser construir relevância. E relevância não está em ser a mais vista, mas em conseguir se inserir na cultura. Isso acontece em camadas: identificação, reverberação e repertório — ao longo do tempo, não em um único impacto.
O SXSW tem mostrado isso de forma ainda mais evidente. A inteligência artificial deixa de ser ferramenta e passa a atuar como infraestrutura, reorganizando o acesso à informação e influenciando o que vemos, escolhemos e consideramos relevante. Tamanha mudança adiciona uma nova camada: não basta mais falar com pessoas. É preciso entender como existir em sistemas onde máquinas passam a definir o que merece ser visto.
Nesse cenário, a atenção se torna mais seletiva. E o valor deixa de estar no volume e passa a estar no significado. Talvez o principal deslocamento seja esse: a pergunta não é mais “como chamar atenção?”, mas “por que alguém deveria prestar atenção?”.
Este conteúdo faz parte da cobertura especial do UOL para Marcas no SXSW 2026, com Juliana Elia, CSO da Publicis Brasil, como uma das convidadas para compartilhar análises e tendências diretamente do evento.
SXSW 2026: Em um mundo onde tudo grita, o que ainda captura nossa atenção?
Divulgação/Assessoria de Imprensa

Por Juliana Elia, CSO da Publicis Brasil
O excesso de informação, a fragmentação do foco e o novo desafio das marcas na construção de relevância cultural
“A atenção não acabou, mas deixou de funcionar como conhecíamos”. Essa é a palestra que vim apresentar em Austin, no SXSW 2026. Publicis, BR Media, Nielsen e Consumoteca se uniram para investigar como as marcas ainda conseguem se conectar com seus consumidores em um mundo completamente saturado de informação.
Partimos de uma inquietação simples: se tudo disputa nossa atenção o tempo inteiro, o que ainda consegue nos parar? O que atravessa o ruído?
O dado mais direto dessa grande pesquisa é também o mais revelador: 46% das pessoas dizem não se lembrar de nenhuma publicidade recente que tenha chamado sua atenção. Não se trata apenas de distração. É o excesso redefinindo o que significa prestar atenção. Essa capacidade de concentração que deixou de ser linear e passou a ser múltipla. Transitamos entre estados de hiperfoco, atenção flexível e atenção fracionada, alternando estímulos o tempo todo. Nesse contexto, disputar o nosso foco como se ele fosse contínuo já não faz sentido.
O impacto para as marcas é estrutural. O desafio deixa de ser capturar atenção e passa a ser construir relevância. E relevância não está em ser a mais vista, mas em conseguir se inserir na cultura. Isso acontece em camadas: identificação, reverberação e repertório — ao longo do tempo, não em um único impacto.
O SXSW tem mostrado isso de forma ainda mais evidente. A inteligência artificial deixa de ser ferramenta e passa a atuar como infraestrutura, reorganizando o acesso à informação e influenciando o que vemos, escolhemos e consideramos relevante. Tamanha mudança adiciona uma nova camada: não basta mais falar com pessoas. É preciso entender como existir em sistemas onde máquinas passam a definir o que merece ser visto.
Nesse cenário, a atenção se torna mais seletiva. E o valor deixa de estar no volume e passa a estar no significado. Talvez o principal deslocamento seja esse: a pergunta não é mais “como chamar atenção?”, mas “por que alguém deveria prestar atenção?”.
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