Audiência recorde mostra credibilidade de conteúdo do UOL na cobertura política

Audiência recorde mostra credibilidade de conteúdo do UOL na cobertura política

Na última semana registramos mais um pico de audiência para a home do UOL. O escândalo político em torno das gravações envolvendo o presidente Michel Temer rendeu no dia 18 de maio o maior volume de acessos de 2017 até agora. Foram mais de 6 milhões de internautas que realizaram quase 13 milhões visitas e geraram 61 milhões de cliques.

Os melhores números registrados nesses 21 anos de existência estão ligados a grandes acontecimentos políticos: a suspensão da nomeação do ex-presidente Lula como ministro da Casa Civil, em 17 de março de 2016, e o impeachment de Dilma, em 31 de agosto de 2016 .

“Esses números reforçam uma tradição de credibilidade do conteúdo produzido pelo UOL”, afirma Irineu Machado, gerente-geral de UOL Notícias.

Segundo ele, o público sabe que pode contar com o UOL para se informar sobre temas de grande repercussão. “Em dias de grandes fatos como esse, sempre há crescimento de audiência. As pessoas navegam em celular, computadores, nem sempre focadas em noticiário. Mas quando surge um assunto tão impactante, é a hora que os internautas correm para verificar o que o UOL está dizendo.”

Bastidores da notícia

Na redação, há todo um trabalho coordenado para que os leitores recebam a informação de forma correta e rápida. No primeiro momento, quando saiu a revelação sobre as gravações com Michel Temer e Aécio Neves, o UOL logo repercutiu o que já se sabia e mobilizou a equipe inteira da sucursal de Brasília.

Repórteres ficaram de plantão no Palácio do Planalto, STF, Procuradoria-Geral da República, Polícia Federal e Congresso. Além disso, equipes na rua mostraram as manifestações em várias capitais, com fotos, vídeos, histórias de personagens. “Logo já tínhamos informações sobre os primeiros pedidos de impeachment. Essa agilidade tem consequência na resposta da audiência”, diz Machado.

No dia seguinte, quando os áudios da delação começaram a ser divulgados, a redação em São Paulo criou uma força-tarefa de jornalistas com equipe técnica, para divulgar o material ao público da melhor forma, analisando o que cada trecho poderia render de novos desdobramentos sobre o caso.

Outra frente da redação buscou análises de cientistas políticos, lideranças de partidos e juristas, para dar um horizonte ao público de que rumos a crise pode tomar. A ideia foi mostrar o que acontece com as personalidades denunciadas e com os mandatos dos políticos, se pode haver renúncia, impeachment, cassação. E como seria escolhido o novo presidente nesses casos.

Ao mesmo tempo, a equipe de UOL Economia acompanhou o turbilhão que o escândalo provocou no mercado financeiro, com dólar disparando e bolsa em queda expressiva, precisando ser interrompida, e como isso se reflete no bolso do brasileiro.

“Todo esse conjunto de ações serve para dar ao nosso público o melhor retrato possível do que aconteceu e das suas possíveis consequências”, afirma Machado.

Segundo ele, o UOL Notícias tem uma equipe que já está craque nesse tipo de cobertura, porque vem numa sequência de apuração de grandes fatos desde os protestos de 2013. Em seguida, vieram eleições presidenciais, impeachment e as várias fases da Lava Jato. “É uma equipe que está habituada a reagir rapidamente e a oferecer o melhor conteúdo quando acontecem fatos de relevância como este.”

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